O uso da camisinha x as consequências do contrário

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  • Publicado : 31 de maio de 2012
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“Uso da Camisinha”
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“Consequências do contrário”

O questionamento do ‘sexo seguro’.

O uso da camisinha:

Mesmo que muitas coisas já tenham sido ditas sobre o seu uso, as pessoas ainda são resistentes a fazerem da camisinha um hábito.
Ninguém vem com um rótulo de segurança máxima, assim, mesmo em relações consideradas estáveis, seu uso é fundamental na prevenção de gravidez indesejadae de várias doenças sexualmente transmissíveis, pois mesmo quando não há sintomas visíveis, são potencialmente contagiosas. Isto aplica-se a homens e a mulheres.

Diz-se sexo não protegido a qualquer forma de contacto sexual anal, oral ou vaginal que não envolva o uso de preservativo masculino ou feminino ou uma barreira semelhante.
O uso da camisinha em todos os contatos sexuais mais íntimos(inclusive o sexo oral) é o padrão de comportamento mais seguro para evitar DSTs. Sabe-se que muito pouca gente se previne no sexo oral. Nesse caso, o risco é sempre maior para quem pratica do que para quem o recebe. Isso acontece porque a pessoa que pratica entra em contato com mais secreções (do pênis ou da vagina) do que quem recebe (que fica em contato, basicamente, com a saliva do parceiro).No sexo oral, a transmissão do vírus HIV (causador da AIDS) não é a prática de maior risco. Mas, para outros tipos de DST, como SÍFILIS, gonorréia e herpes, o sexo oral pode apresentar um perigo maior do que se imagina.
Camisinha masculina:

O látex do preservativo masculino é capaz de formar uma barreira física entre o pênis e a vagina. Eles podem ser lubrificados ou revestidos deespermicidas. Existe uma variedade de marcas, tamanhos, cores e texturas. Com ele, diferentemente dos outros métodos, os homens podem se encarregar na prevenção de DSTs (doenças sexualmente transmissíveis) e gravidez. Como é um método de anticoncepção ocasional, seu uso pode ser interrompido em qualquer momento. Não apresenta efeitos colaterais hormonais e há homens que garantem que ela ainda ajuda acontrolar a ejaculação.
Camisinha feminina:

Parecida com uma bolsa de plástico com um anel leve e flexível em cada extremidade, que se adapta à vagina, resguardando o colo do útero e genitália externa. Assim como a masculina impede a passagem do esperma pelo do trato genital feminino, e deve ser usada somente uma vez. É mais cara do que a masculina, vem em embalagem com duas unidades e sua eficáciana prevenção de DSTs e gravidez é menor do que a camisinha masculina. As vantagens no seu uso são que a camisinha feminina pode ser posta antes da relação sexual e não precisa ser retirada imediatamente após a ejaculação. Não é feita de látex, é mais resistente e para mulheres que se queixam de alergia a camisinhas masculinas essa pode ser uma alternativa.

Visão da igreja:

‘Fundamentos daIgreja para não recomendar o uso do preservativo e o programa de distribuição de preservativos iniciado pelo Ministério da Saúde e da Educação na visão Cristã. ’
Seguem trechos de uma carta de Dom Rafael Llano Cifuentes
Presidente da Comissão Família e Vida, destinada as famílias.
•A educação afetiva e sexual dos filhos e o uso do preservativo como inibidor da AIDS:

Alguns meios decomunicação questionam: como é possível que a Igreja não recomende o uso dos preservativos? Não é este o método mais eficaz para deter o avanço dessa doença que está se convertendo numa verdadeira epidemia endêmica de âmbito planetário?
“A Igreja nega o óbvio”, apregoa a manchete de um importante jornal paulistano...
A OMS parte de um fato: os costumes atuais não seguem as normas tradicionais, nas queas relações sexuais estão destinadas a consumar um amor estável dentro do matrimônio onde, como fruto desse amor, hão de vir os filhos, criados e educados dentro desse âmbito familiar. Isto, porventura, poderia ser considerado como o “ideal”, mas – argumenta-se – não podemos viver de “idealismos” e sim de realidades. E a realidade é bem diferente. Os jovens começam a ter relações sexuais antes...
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