O substituto

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  • Publicado : 21 de novembro de 2012
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Fica estranho ver um filme onde todos se movem como super máquinas capazes de qualquer coisa. Principalmente se considerarmos um Bruce Willis nesse papel. Logo ele que mesmo em grandes filmes de açãoera sempre tão humano, sempre se machucando no processo.
O ano é 2054. Os humanos não saem de casa para mais nada. Eles apenas controlam os tais substitutos, uma espécie de robô por controleremoto, mas que faz com que os usuários sintam o que ele sente. Estranhamente apesar de parecer sentir prazer, eles não sentem qualquer tipo de dor ou coisa do gênero. Tom Greer (Willis) e sua parceira,Jennifer Peters (Radha Mitchell) investigam uma bagunça. Alguém usou uma arma que permite não apenas destruir o robô, mas também o usuário.
Claro que o caso preocupa todos os usuários, afinal,praticamente toda a humanidade está acostumada a usar os robôs. O único no filme que parece se incomodar em usar constantemente a máquina é Greer. Eu não posso culpá-lo por isso. Se você fosse uma estrela docinema que tivesse que usar um robô que o deixa mais novo de um jeito estranho, com uma peruca ridícula e que no final o resultado nem parece realmente como você era (é só comparar as fotos de Willismais novo), também ficaria incomodado. Por sorte seu robô é logo destruído e ele deve resolver o caso em carne e osso. E ele fica bem melhor assim do que em sua forma digitalizada.
Uma das pessoasque morreram era o filho do criador dos Substitutos, Lionel Canter (James Cromwell). Ele está atualmente afastado da direção da empresa, desiludido pelo rumo que a humanidade tomou com o uso das suasmáquinas. O filme, a princípio, se leva mais a sério do que realmente deveria, aonde chega até a levantar algumas questões interessantes. Infelizmente, rapidamente ele cai em cenas de ação e termina deforma tão pouco interessante que sequer responde as próprias questões que levantou. Talvez o projeto devesse ter caído nas mãos de um diretor capaz de lidar melhor com a fantasia que o filme...
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