O principe

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INSTITUTO AFRO BRASILEIRO DE ENSINO SUPERIOR

Faculdade Zumbi dos Palmares

Faculdade de Direito


O PRÍNCIPE: Conquistando e se mantendo no poder

Bruna dos santos miranda







São Paulo
2013












Bruna dos santos miranda

O PRÍNCIPE :CONQUISTANDO E SE MANTENDO NO PODER

RESENHA APRESENTADA AO PROF. DR. ALEXANDRE LUCAS VELTRONI COM VISTAS À APROVAÇÃO NA DISCIPLINA TEORIA GERAL DO ESTADO — 1º SEMESTRE, NOTURNO, DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE ZUMBI DOS PALMARES, INSTITUTO AFRO BRASILEIRO DE ENSINO SUPERIOR.São Paulo
Abril de 2013









MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe (Título original Il Principe revisto por Maria d Fátima C.A. Madeira) Trad. Pietro Nasseti 2°ed. São Paulo-SP Martin Claret, 2005. 189p.

 O autor é italiano natural de Florença o mais alto funcionário da Segunda Chancelaria de Florença teve oportunidade de fazer várias viagens diplomáticas,onde pode conhecer grandes personagens da época. Como escritor publicou entre outras obras como “A Mandrágora”, “A arte da Guerra”, “Comentário sobre a Primeira Década de Tito Lívio”.

Capítulo I OS VÁRIOS TIOS DE ESTADO, E COMO SÃO INSTITUÍDOS.
Existem dois tipos de Estados as Repúblicas e os Principados. Os Principados são hereditários ou fundados recentemente. As Repúblicas são conquistadaspela força ou sorte.

Capítulo II AS MONARQUIAS HEREDITÁRIAS
É mais fácil governar um Estado que seja por forma de Principado do que sob a forma de Monarquias Novas. Para que isso ocorra não se devem transgredir costumes e adaptar da melhor forma às situações difíceis.

Capítulo III AS MONARQUIAS MISTAS
A dificuldade encontrada é que o novo Estado não é totalmente novo, ou seja, o novoCoordenador terá dificuldades para instalar mudanças às pessoas que estavam no Estado anterior. Fará assim, inimigo e não poderá satisfazer todas as expectativas daqueles que o ajudaram a conquistar a nova monarquia. O pior é quando o conquistador do novo Estado possui leis, costumes e fala língua diferente dos conquistados, pois, a dificuldade de comunicação é imensa. Para que o governo seja duradouro,é preciso que o conquistador resida na província conquistada. Outra solução é instalar 2 ou 3 colônias em lugares estratégicos para que os colonos vigiem o restante da população para o Rei. Esta última forma é mais eficaz, pois a fidelidade é maior.

Capítulo IV POR QUE O REINO DE DARIO, OCUPADO POR ALEXANDRE, NÃO SE REBELOU CONTRA OS SUCESSORES DESTE, APÓS SUA MORTE.
No curso da história osreinos têm sido governados de duas formas: por um príncipe e seus assistentes, que, na qualidade de ministros, o ajudam a administrar o país, agindo por sua graça e licença; ou por um príncipe e vários barões, cuja posição não se explica por um mercê de soberano, mas pela antiguidade da própria linhagem. Esses barões têm súditos e territórios, onde são reconhecidos como senhores, e aos quais estãoligados por laços de natural afeição. Nos Estados governados por um Príncipe e seus ministros, o monarca tem maior autoridade, pois em tais reinos ninguém é tido como superior. Só se obedece a alguém porque se trata de um ministro ou funcionário do Príncipe, o que não inspira qualquer estima particular.

Capítulo V O MODO DE GOVERNAR AS CIDADES OU ESTADOS QUE ANTES DE CONQUISTADOS TINHAM SUASPRÓPRIAS LEIS
Quando um monarca conquista um país que antes era vivido em liberdade, existem três formas de mantê-lo: Pode-se arruína-lo, ir habitar na “terra” conquistada ou permitir que a população continue com suas próprias leis.
A cidade habituada à liberdade pode ser dominada mais facilmente por meio de seus cidadãos do que de qualquer outra forma, desde que se queira preservá-lo....
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