O desafio de ser supervisor na escola do campo

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FACULDADE INTERNACIONAL DE CURITIBA- Facinter





SUEL DE ARAÚJO DINIZ



















O DESAFIO DE SER SUPERVISOR NA ESCOLA DO CAMPO: O DESAFIO DE SER SUPERVISOR NA ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL MARANHÃO

































PORTO GRANDE

2009





SUEL DE ARAÚJO DINIZO DESAFIO DE SER SUPERVISOR NA ESCOLA DO CAMPO: O DESAFIO DE SER SUPERVISOR NA ESCOLA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL MARANHÃO














Projeto apresentado como requisito parcial para conclusão do Curso de Gestão do Trabalho Pedagógico. Faculdade internacional de Curitiba – FACINTERTUTORA: Yollanda Sousa



















PORTO GRANDE

2009

TEMA

O Desafio do supervisor escolar na escola do campo

DELIMITAÇÃO DO TEMA

O desafio de ser supervisor na escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Maranhão

PROBLEMATIZAÇÃO

Quando se fala ou se discute sobre educação, temosclaro a ideia de que, no Brasil, a nossa ainda esta procurando meios para atingir os objetivos desejados. Isso porque a política educacional não está preocupada em atender às reais necessidades da população. Esse fato, certamente, vem ocasionando problemas em todo o campo educacional e é evidenciado quando observamos, nas escolas do campo, um profissional sendo levado a condensar várias funções emuma Instituição. Diante dessa situação, é valido salientar os impactos que esses problemas vêm refletindo na realidade da escola Maranhão, no que se refere à atuação do gestor enquanto diretor, supervisor, orientador e professor. Por que é um desafio ser supervisor escolar na escola Maranhão?

JUSTIFICATIVA

O tema pesquisado decorre de questões levantadas ao longo da trajetória do cursode Pós-Graduação Gestão do Trabalho Pedagógico, onde pude observar de perto o desafio de ser supervisor educacional na escola do campo, especificamente na escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Maranhão, situado no estado do Amapá no município de Porto Grande na Colônia Agrícola do Matapi.
Dediquei-me a pesquisar sobre o tema, quando percebi que as políticas educacionaisestavam surgindo para facilitar o desempenho da educação no campo e sendo pouco difundidas, executado e efetivado nessas escolas. Isso é notório quando vemos essas instituições sem a presença dos especialistas em educação, onde muitas vezes, um professor passa a exercer varias funções dentro do estabelecimento de ensino.
Diante da realidade que vive a escola do campo, percebe-se, que aolongo dos anos muitas coisas já mudaram, mais ainda é pouco, apesar de terem surgido tantas políticas educacionais assumindo o compromisso de minimizar essa situação, que é evidenciada abertamente quando observamos a presença de uma diversidade regional, cultural, social e política especifica em cada lugar, influenciando inteiramente no modo de vida da população, assim, as ações políticas interferemdiretamente nas questões educacionais de modo negativo. Por isso se questiona a falta do supervisor escolar na zona rural, a quem compete contratar ou nomear esse conceituado profissional?

É necessário se construir materiais que auxiliam e discutam a educação do campo, através de políticas públicas, percebendo as diferenças e peculiaridades de cada comunidade principalmente no estado doAmapá, como forma de buscar melhorias para a nossa sociedade campesinata.



OBJETIVOS

GERAL

Analisar as principais dificuldades e desafios que interferem no exercício da função de ser supervisor educacional na escola municipal Maranhão.

ESPECIFICO:

• Verificar as reais necessidades e peculiaridades que as escolas do campo vivenciam;

• Perceber as principais...
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