O crack

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  • Publicado : 7 de junho de 2012
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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL





Rafaela Costa





O uso do crack: Um problema social restrito as metrópoles?








Patos – PB
2012
Introdução

Essa produção textual tem como objetivo principal fazer uma analise de como o trabalho do assistente social pode orientar e contribuir com a sociedade num todo, na ajuda adependentes químicos e mostrar que o uso do crack não se restringe apenas às metrópoles, mas já se faz presente em todos os recantos desse país.
Após vinte e dois anos dos primeiros registros da entrada do crack no Brasil, ainda é desconhecida a dimensão do consumo dessa droga e o estrago causado por ela em nosso país, tornando-se necessário uma ação concreta no combateao uso do crack, em todas as camadas sociais.
O uso da droga é alarmante e constrangedor, motivo de grandes preocupações, pois têm atingido todas as classes sociais, envolvendo homens, mulheres, jovens e adultos, até mesmo crianças que são viciados sem defesas e sem proteção por parte da sociedade.
A falta de informaçãoa respeito dos perigos causados pelo consumo abusivo da droga, bem como por falta de uma ação preventiva capaz de impedir o consumo de drogas tem sido o motivo do aumento desenfreado do número de pessoas que se deixam dominar tornando-se dependentes incontroláveis.

Desenvolvimento

Nos últimos anos, no Brasil, esse número de usuários dependentes tem crescidoexageradamente,causando problemas para as autoridades no controle e no combate ao consumo,infelizmente não se restringi apenas em grandes cidades, já atingindo o interiore zona rural de pequenos municípios de todas as regiões do país,ocasionando uma verdadeira falta de controle, afetando diretamente as famílias como base da organização social.
A ação militar na demolição de cracolândiasnão tem sido suficiente no combate,de modo que possa garantir a redução desses núcleos onde se aglomera cada vez mais dependentes de todas as idades. A demolição de uma cracolândia não extingue o número de usuários, mas espalha viciados para outras áreas, nas ruas das cidades, que diariamente são invadidas incontrolavelmente.
Com a chegada da Família Real e da Corte Portuguesaà cidade do Rio de Janeiro em 1808, o centro sul da América Portuguesa passa a cumprir um papel de metrópole ante o resto Império Português, tornando-se o mais importante centro do Império proporcionando grandes mudanças sócio-econômicos. A presença da Família Real gerou uma nova perspectiva e maior dinâmica urbana, além da abertura de portos e o aumento de sub-atividades.Com a implantação da Lei Áurea, extinguindo a escravatura, dando liberdade aos negros, o número de desempregados, miseráveis, analfabetos e sem nenhuma formação começaram a surgir os problemas sociais com aglomerações no centro do Rio de Janeiro,logo no inicio do século XIX começa a movimentação, a demanda era maior que a oferta causando tumultos nas ruas estreitas e tortas, completamente lotadasde cortiços. A gestão de Pereira Passos teve como meta a demolição de cortiços para a construção de novas avenidas, praças e edifícios, como projeto de desenvolvimento urbano, desencadeando um problema de falta de moradia, surgindo os primeiros problemas na área habitacional. Os locais cortiços eram considerados ambientes de insalubridade, de violência e de perigo para a população ali residentecriando preocupações para Pereira Passos. Por motivo de prevenção e condições de saúde adequadas, buscando a higiene como base estrutural da população, deu inicio a realização de ações na área de saneamento básico, através de programas de saúde que contou com a valiosa e decisiva ajuda de Oswaldo Cruz.
A área central da cidade já não contava mais com a...
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