O assistente social na petrobras

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  • Publicado: 11 de abril de 2011
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O Trabalho do Assistente Social nas empresas capitalistas.
O texto nos fala sobre aspectos importantes das mudanças ocorridas nas empresas capitalistas e na economia mundial, determinando uma nova forma de acumulação e uma necessidade de integração a um mercado mais competitivo e globalizado. Ao longo da ultimas 03 décadas os processos de trabalho e a intervenção estatal sofreram diversasalterações, alterações pontecializadas pela adoção de novas tecnologias e um conjunto de inovações que requisitaram novas habilidades para os trabalhadores. Surgem então novas frentes de trabalho para os profissionais de Serviço social para trabalharem em programas/projetos com foco nos interesses do capital e dos trabalhadores (Gestão de RH, Programas Participativos, Ambiência Organizacional, Qualidadede vida etc.)
No final de década de 70 e nos anos 80 é identificada a presença maciça do assistente social nas empresas, este período também é conhecido por ser marcado pelo “Movimento de Ruptura” assim este assistente social com uma visão crítica da realidade é requisitado para trabalhar na empresas com uma ação voltada para a reprodução material da força de trabalho e ao controle das formas deconvivência entre empregado e empresa, contribuindo para o aumento da produtividade no trabalho e a mediação de conflitos, mas mesmo sendo assalariado e com as mesmas condições de exploração dos demais trabalhadores o Assistente Social pode e deve incorporar os objetos de intervenção crítica e assim qualificar suas práticas profissionais.
O texto então destaca as mudanças ocorridas no períodofim dos anos 70 e anos 80 e década de 90 anos 2000, e a forma que o assistente social agir e como as empresas requisitam o seu trabalho.
Os anos 80 as empresas se modernizaram, e buscavam maiores níveis de produtividade, implementação de mudanças tecnológicas e formas de organizações inspiradas nos modelos americanos e japoneses. No final da década de 80 e início da de 90 as empresas já tinhamfeito as reformas com objetivo de integração a econômica a dinâmica capitalista mundial (participacionismo, colaboração, CCQ, intervenção sócio políticas) As reivindicações dos trabalhadores eram feitas em espaços de socialização (esvaziamento de conteúdo político) as práticas de confronto eram substituídas pelas de colaboração. O assistente social neste contexto intervém pela sua capacidade decompreensão da realidade, capacidade de negociação e proposição de alternativas junto às empresas buscando a atendimento das necessidades fundamentais do trabalhador e a reprodução da força de trabalho.
Da década 90 aos anos 2000 profundas mudanças aconteceram que reformularam o processo de produção e a reformulação do assistente social nos seus aspectos técnico operativo acumulados na década de 80.
Anova forma de acumulação flexível, financeirização da economia, tecnologias avançadas, ênfase em processos informacionais, desregulamentação do mercado, flexibilização do trabalho, terceirização, novas formas de gestão de trabalho etc. fazem com que o RHs das empresas e os assistentes sociais trabalhem com políticas que visam: crescimento dos investimentos das empresas com qualificação,introdução de novas técnicas e métodos de gerenciamento participativo, forte apelo ao envolvimento dos trabalhadores com as metas da empresa, combinação dos sistemas de benefícios e serviços com o incentivo a maior produtividade no trabalho, praticas de avaliações e monitoramento do ambiente interno.
Desde o início da sua atuação nas empresas sempre o Assistente Social manteve seu cunho “educativo” dotrabalhador, fazendo com que o mesmo mude seus hábitos e comportamentos para se adequar ao processo, mas estas demandas tradicionais convivem com novas demandas como: Programa de treinamento e desenvolvimento, Programas Participativos, Gestão de Qualidade Total, Programa de Qualidade de Vida, Programa de clima ou Ambiência Organizacional.
O grande desafio do Assistente Social nas empresas é o...
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