A pessoa c deficiencia

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
PEDAGOGIA

LILIANE MENDES DA SILVA



plano de ação
Discriminação e Preconceito no Espaço Escolar



Itumbiara
2012

LILIANE MENDES DA SILVA

plano de ação
Discriminação e Preconceito no Espaço Escolar

Trabalho apresentado ao Curso de Pedagogia II da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para as disciplinas de Comunicação eLinguagem, Psicologia da EducaçãoII, Educação e Diversidade: Relações Étnico-Raciais, O Trabalho do Pedagogo nos Espaços Educativos.
Profs.: Lilian Salete Alonso, Carlos Eduardo Gonçalves, Fábio Luiz da Silva, Vilze Vidotti Costa.
Tutor(a) de sala: Keila Dias dos Santos.

Itumbiara
2012

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3
2 JUSTIFICATIVA 4
3 OBJETIVOS 5
3.1 GERAL 5
3.2 ESPECÍFICOS 54 DESENVOLVIMENTO 7
5 CRONOGRAMA 8
6 CONCLUSÃO 9
7 REFERÊNCIAS 10



108 REFERÊNCIAS

1 INTRODUÇÃO

A escola faz parte de um ambiente que se relaciona ao nível econômico e social, e que se envolve em diferentes realidades. Essa diversidade social frequentemente é alvo de comparações, desigualdades e preconceito. E a escola, sendo parte dasociedade, sofre reflexos dessas desigualdades.

É notório, que dentro da escola constantemente, ocorrem casos de discriminação, onde na maioria das vezes, os educadores tentam camuflar a prática do preconceito. Como diz:
McLaren (1997, p. 212), Preconceito é o prejulgamento negativo de indivíduos e grupos com base em evidências não reconhecidas, não pesquisadas e inadequadas.

Como oprofessor é um dos formadores de opinião de crianças e adolescentes, deve estimular o debate em sala de aula sobre essas questões e apresentar a diversidade das visões de mundo. Estudos comprovam que a discriminação deixa marcas por toda a vida e é a escola que pode mudar essa realidade. O docente deve estar sempre atento e agir em suas mentes, vísceras e coração das crianças.

Sobre a atuação dosprofessores as palavras de Gonçalves e Silva são
pontuais:
Professores, fazemos parte de uma população culturalmente afro brasileira e trabalhamos com ela; portanto, apoiar e valorizar a criança negra não constitui em mero gesto de bondade, mas preocupação com a nossa própria identidade de brasileiros que têm raiz africana. Se insistirmos em desconhecê-la, se não a assumimos, nos mantém osalienados dentro de nossa própria cultura, tentando ser o que nossos antepassados poderão ter sido, mas nós já não somos. Temos que lutar contra os preconceitos que nos levam a desprezar as raízes negras e também as indígenas da cultura brasileira, pois, ao desprezar qualquer uma delas, desprezamos a nós mesmos. Triste é a situação de um povo,triste é a situação de pessoas que não admitem como são, etentam ser,imitando o que não são. (Gonçalves e Silva, 1996:175).

O interesse em refletir acerca do papel da Escola Estadual de Ensino Fundamental Presidente Castelo Branco na desconstrução do racismo, preconceito e discriminação, ocorreu devido à percepção que ao longo da História do Brasil, o negro vem sendo estigmatizado. Isso aconteceu e, ainda acontece devido à fomentação historiográfica tersido construída perante o eurocentrismo.
Percebe-se, que o negro sempre labutou e continua lutando pela sua equidade. E, dentre várias lutas, conseguiu levantar sua bandeira a partir da Lei 10.639/03, onde entrevê que o negro não deve ser visto somente como peça de trabalho, ou seja, a partir do tráfico negreiro, mas sim mostrar para o educando que este negro tem uma cultura, uma História a serestudada, e foram os construtores do país chamado Brasil.
Vale ressaltar, que os educadores que se encontram no exercício de sua profissão sentem dificuldades perante certas situações de preconceito, isso se deve ao processo de assimilação de uma ideologia superior, imposta no âmbito escolar, já que quando eram educados, foram ensinados a perceber a vida do negro a partir da sua vinda ao...
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