Trabalho Escravo

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ESTADO DE MATO GROSSO
SECRETARIA DE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO
CENTRO DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
“CREUSLHI DE SOUZA RAMOS”
















ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORÂNEO






Confresa, 21 de fevereiro de 2011.




EXECUTORES DO PROJETO: ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO CONTEMPORANEO.


APRESENTAÇÃO DO GRUPO:Gestão: Zélia Diniz: Licenciada em Pedagogia e pós-graduada em Ed. Especial, Saúde Pública, Ciencias Humanas e Sociais;
Coordenação pedagógica: Landjane Furquim da Silva da Silva: licenciada em Pedagogia;
Célia Ferreira de Sousa: Licenciada em Letras;

Coordenação de área: Cora Coralina Ferreira de Sousa: Licenciada Letras;
Eliene Coelho: Licenciado em Letras;Juliana Aparecida Ribeiro Pedrosa: licenciatura em Matemática;
Luiz Antônio Barbosa Soares: Licenciada em História;
Maria José Gomes Coelho Castilho : Licenciada em História ;

Professores: Gilbanete Rodrigues de Oliveira, Eraldo de Aconsoerde Pereira, Edivirgem Gonçalves Santiano, Rosangela Marques dos Santos, Jardeline Mª Procópio, Sergio Ferreira daSilva, Noêmia de Sousa Ventura, Elaine Cristina Bernardes Lima Dias, Jussania Costa Souza Coelho, Rosana Pereira de Oliveira, Lanes Dias Gomes, Silvia Mª do Nascimento Borges, João Severo Dias, Silvana Aparecida da Silva Siqueira, Sérgio Ramos de Sousa, Claudiney de Freitas Marinho, Lauro Nunes de Siqueira, Fernando Wagner Siqueira, Wesley Paulino de Melo, Daniel Rodrigues Silva, Cícero DarciMagalhães e Raimundo Dias dos Santos.

Professora formadora (CEFAPRO): Margarete Aparecida Aristimunho Bonora:Licenciada em geografia e pós-graduada em Ciências Sociais.








Se não houve frutos, valeu a beleza das flores;
Se não houver flores, valeu a beleza das folhas;
Se não houver folhas, valeu a intenção da semente.
( Henfil ).

JUSTIFICATIVA

A Lei Áurea, assinada em 13 de maiode 1888, decretou o fim do direito de propriedade de uma pessoa sobre outra. O código penal em seu artigo 149 deixa bem claro a condição de crime: ''reduzir alguém na condição análoga a de escravo, quer submetendo-o a trabalhos forçados ou jornadas exaustiva, quer sujeitando-o a condições degradantes de trabalho, quer restringindo, por qualquer meio, sua locomoção em razão da divida contraídacom o empregador.”
Porém o trabalho escravo e degradante se manteve de outra maneira no sistema, extinto com a Lei Áurea, a propriedade legal era permitida, no entanto era muito mais caro comprar e manter um escravo. A quantidade de escravos era uma medida da riqueza de um fazendeiro assim como hoje em dia o numero de cabeças de gado mostra o poder econômico de um pecuarista. O negro africano eraum investimento caro, que poucas pessoas podiam bancar.
Hoje, o custo de um trabalhador “escravo” é quase zero: pagam-se apenas o transporte e,no máximo, a dívida que o sujeito tem nas “famosas pensões pioneiras”. Em muitos casos e até esse gasto inicial é cobrado do trabalhador, o que faz com que esse primeiro investimento seja nulo.
Desde a década de 70, acorre nos estados da região Norte eno Mato Grosso uma rápida expansão de fronteira agrícola, que avança sobre a Amazônia. É necessária muita mão- de- obra para transformar a floresta em grandes extensões de pastos e plantações. Como forma de baratear o custo de produção na terra ocupada e aumentar seu poder de competir com outros fazendeiros alguns proprietários deixam de honrar direitos trabalhistas e acabam utilizando muitasformas de exploração, entre elas o trabalho escravo contemporâneo.
A década de 1980 trás profundas modificações no cenário regional, reflexo de mudanças vivida pelo povo brasileiro,assim a região do Araguaia também se modifica,trazendo com essas modificações novas relações entre os sujeitos sociais.
Os conflitos de terra, que deram notoriedade á região diminuem concentrando-se em alguns pontos...
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