Trabalho do meio ambiente

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LIXO

Trabalho apresentado ao Curso de Administração do Projovem Trabalhador, para a disciplina Meio Ambiente.

Profª. Jeane
Sala 04

São Luiz do Quitunde
2010.

INTRODUÇÃO

O LIXO CONTINUA EXISTINDO DEPOIS QUE O JOGAMOS NA LIXEIRA.

A produção de resíduos é inerente àcondição humana. Cada pessoa produz cerca de 300 quilos por ano e como um processo inexorável, tornou-se um problema de difícil resposta, que exige a reeducação e comprometimento do cidadão. O que acontece com o lixo depois que é jogado na lixeira? O que se faz com as toneladas de lixo recolhido diariamente?
O tempo que a natureza leva para decompor alguns dos produtos...

✓ Papel: de 3a 6 meses;
✓ Pano: de 6 meses a 1 ano; 
✓ Filtro de cigarro: 5 anos;
✓ Chiclete: 5 anos;
✓ Madeira pintada: 13 anos;
✓ Nylon: mais de 30 anos;
✓ Plástico: mais de 100 anos;
✓ Metal: mais de 100 anos;
✓ Borracha: tempo indeterminado;
✓ Vidro: 1 milhão de anos.
Não há como não produzir lixo, mas podemos diminuir essa produção reduzindo o desperdício,reutilizando sempre que possível e separando os materiais recicláveis para a coleta seletiva.
➢ O QUE PODE SER FEITO:
A maior parte do que jogamos fora não é sujo, fica sujo depois de misturado. Separando os materiais que podem ser reciclados, a quantidade de lixo a ser coletado é muito menor. Embalagens: ao comprar qualquer produto, não utilize várias embalagens (caixa + sacolinha +embrulho + sacolão + fitinha + etc.). Não desperdice!

➢ RECICLAGEM – UMA ALTERNATIVA
Cerca de 50% de todo material descartado como lixo pode ser recuperado como matéria-prima, sendo reutilizado na fabricação de um novo produto. Quando pensamos na questão do lixo, o mais difícil de equacionar, e o que vai demandar maior pesquisa, é a destinação. Afinal de que adianta separar se nãoconhecemos o processo como um todo? Para onde vai o nosso lixo depois que o lixeiro passa? Há alternativas? O que fazer com o lixo separado? As alternativas de destinação atuais são ambientalmente satisfatórias? Como poderia melhorar? O que eu posso fazer? Essas são as perguntas que precedem qualquer iniciativa relativa a lixo. Elas devem ser o fio condutor tanto de um trabalho escolar quanto de umaproposta de logística. Afinal, se queremos participar devemos conhecer a fundo o processo de nossa cidade. Essas perguntas nos instrumentalizam para a mudança com os pés no chão. Não existem respostas universais. Dessa forma, não existe um sistema de coleta seletiva que possa ser considerado universal e aplicável a toda e qualquer situação. Cada caso é um caso, cada cidade tem a sua peculiaridadee as questões condicionantes devem ser minuciosamente estudadas antes de escolhermos este ou aquele desenho de logística de coleta seletiva.
Precisamos estar preparados para os 4 fatores: quantidade, qualidade, freqüência e forma de pagamento; leis de mercado que muitas vezes inviabilizam a continuidade do programa de coleta seletiva.
No Rio de Janeiro, depois de uma urbanização promovidapela COMLURB, vieram a funcionar, embaixo de viadutos, as sedes das Cooperativas de Catadores de Lixo que são 15 no total.
Os Catadores juntam papel, plástico, alumínio (latas), ferro e vidro preferencialmente, vendendo-os para os consumidores de lixo selecionado que O usam como matéria prima, como fábricas de vidro, de latas, de plástico, etc.

Os Catadores só estão autorizados pelaCOMLURB a catar o lixo separado que encontram nas calçadas, nos dias da coleta regular, seguindo logo atrás do caminhão, para evitar que seja deixado lixo reciclável diariamente nas calçadas. Isso ajudou por um lado, mas complicou por outro, pois a população desejosa em colaborar para a reciclagem de lixo e de separar o lixo para os Catadores Cooperativos, só podem ajudá-los levando para o viaduto...
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