Resumo sobre schopenhauer

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Schopenhauer: Do primado da vontade na consciência de si

- Ψ como Schopenhauer a entende - o que define o homem é a vontade (coisa em si, essência cósmica irracional, METAFÍSICA) → CORPO (desejos, impulsos, ligado às ciências empíricas) → consciência de si (permite acesso à vontade, Ψ do inconsciente) - rompe com possibilidade de compreender o mundo via Deus; ferramenta para explicarnatureza estão na própria natureza - herdeiro de Hume – padronização de mundo é instinto de sobrevivência - corpo no centro da reflexão, era dimensão inexistente até então; cérebro é parasita, sua sobrevivência depende do organismo, não é 1º (vontade é, primado do querer); aproximação homens ↔ animais - em momentos de crise, dimensão irracional (1ª) emerge - corpo é objetidade: referência ao carátermais imediato do corpo como concretude do “querer”; manifestação de algo concreto, além da objetividade

- discurso Ψcológico fadado ao fracasso, pois domínio do corpo não é discursivo - Kant: coisa em si (realidade, aceitação de o que se percebe é consistente); fenômeno (aparências) - problema: consciência para dar conta do sem consciências, discurso para dar conta do sem discurso - noção de“eu”: núcleo da consciência constituído pelo querer + conhecer - tudo no mundo é “querer viver” - METAFÍSICA (vontade inconsciente e irracional) ↔ CÉREBRO Ψ (espaço, tempo e causalidade/ Hume, intermédio, conhecimento, acesso privilegiado, percepção é intelectual) ↔ FÍSICA (mundo empírico, ciências, espelho da metafísica) - investigação que volta-se para si; sentimento: temporal, não espacial, não causal- golpe narcisista, desconstrução → pessimismo - sujeito (lado que conhece a consciência; inconsciência) X objeto (lado que é conhecido, vontade)

Shopenhauer: Linguagem e mundo
Capítulo II – Schopenhauer: linguagem e mundo

- Instinto (necessidade natural, não há livre-arbítrio nem Deus, sujeito é responsável por si) iguala homem a outros seres.
- Empirismo: conquista da autonomia eliberdade de expressão; rompe com dogmas da religião desde Hume - É preciso entendimento para sensação ter significado
- Intuição: intelectual, entendimento, primária, do latim “visão”, forma imagem
- Conceitos: secundários; generalizações de conjuntos de intuições semelhantes; universal (ciência, problemas); representação de representação; “feitiço da linguagem’’; muito do conceito se perde naabstração
- Razão instrumental de Hume - Pensar é empobrecer o mundo
- Sensações (sentidos)→ cérebro (espaço, tempo, causalidade/ formas puras a priori, inatas/instintivas, da mente) → percepção mental → razão, conceitos (no homem como fator secundário, não o define)
- Efetividade: realidade intelectual; ruptura com racionalismo de que há mundo anterior a quem o conhece; completude dos objetos éatividade cerebral
- Construção do sujeito (relativismo) não é o problema, mas sim saber se existem outras mentes
- Conceito ≠ palavra: palavra é veículo do conceito

2- SCHOPENHAUER

Schopenhauer segue Hume. Concorda que todo o nosso conhecimento origina-se da experiência, porém acrescenta que nem todo conhecimento deriva da experiência.
Apresenta a teoria da Apropriedade e da Lei deCausalidade.
Para ele, as imagens são complexas atividades cerebrais a fim das quais se tem um objeto percebido. Temos, assim, uma teoria da linguagem intimamente ligada à compreensão do funcionamento da nossa mente com seus poderes de conhecimento.

Tese principal: a intuição dos objetos, os objetos mesmos representados por suas imagens, é INTELECTUAL. Em se tratando dos primeiros passos parao conhecimento da realidade efetiva, cabe à VISÃO o papel principal em sua teoria do conhecimento. Uma sensação não é algo objetivo. Só quando o entendimento entra em cena e usa sua exclusiva forma (lei da causalidade), é que ocorre uma grande mudança.
Para Schopenhauer não há livre arbítrio (necessidade =/= liberdade), nem para Hume. Dizem eles que o “livre-arbítrio”era meio que um...
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