Resumo reumatologia

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REUMATOLOGIA – AULA 3 – 27/03
SEMIOLOGIA OSTEOARTICULAR
Semiologia do Quadril (Articulação coxofemoral)
1. Inspeção
a. Roupa íntima com lençol sobre parte íntima, formando um “fraldão” que desnuda toda a inserção da coxa.
b. Fácies – auxilia na intensidade da dor
c. Marcha claudicante (até mesmo incapaz de movimentos com o membro afetado)
d. Simetria docomprimento dos membros (perna mais curta que a outra)
i. Se mede o comprimento do membro inferior da espinha ilíaca ântero-superior até o ponto mais distal do maléolo medial.
e. Musculatura atrofiada ou hipotrofiada
ii. O ideal é medir com fita métrica na altura a partir de um ponto anatômico ósseo, mais ou menos da mesma altura que o outro membro (ex: face superior da patela)e medir 10-15cm acima. Medir +/- no terço médio da coxa. Até 1 ou 2cm não é muito relevante, quanto maior, mais relevância clínica. Alterações são encontradas em miopatias e outros.

iii. Caso clínico do professor de aumento de volume de coxa: mulher de 58a com dor na coxa, com RNM de coluna lombo-sacral com hérnia discal. Sugeriram cirurgia, mas ela estava pálida com quadros febrisrecorrentes.
* Ao exame físico: massa pétrea (muito endurecida), perda ponderam com biópsia de rabdomiosarcoma.
f. Edema nas articulações
iv. Coxofemoral – é muito profunda, não é perceptível no olho clínico (mesmo uma artrite séptica, com bastante pus e edema). Se percebe com ecografia ou ressonância. Sem exames, se pode apenas pressupor em pacientes com poliartrite equeixas no quadril.
g. Postura dos pés – pode decorrer da rotação da coxa, interna ou externamente.
h. Hematomas e outras lesões

2. Palpação
i. Trocanter maior
j. Púbis – osteíte púbica
k. Tubérculo isquiático – local da bursa isquiática, frequente em pessoas que andam com carteira no bolso traseiro e senta sobre ela. Dor na região da nádega.
l. Bursado ílio-psoas
m. Pulsos:
v. Lembrar dos pulsos do mmii: femoral (palpar com polegar), poplíteo (com joelho relaxado, pressiona profundamente na região poplítea e faz leve flexão do joelho em decúbito dorsal), pedioso dorsal (palpação superficial na lateral ao extensor do hálux)
3. Mobilidade
n. Rotação interna e externa – com perna estendida, girar todo o mmiivi. Fazer primeiro, segurando o mmii do paciente, pois as vezes é o primeiro sinal de acometimento de coxofemoral.
o. Flexão – erguer os mmii com joelho fletido, tentando encostar o joelho no abdome
p. Extensão – estender os mmii
q. Abdução – “abrir” o mmii
r. Adução – “fechar” o mmii
4. Testes Especiais
s. Manobra de Patrick ou Fabere(Flexão+Abdução+Rotação Externa) – extremamente útil para saber coxofemoral. Fazer um 4 em decúbito dorsal (colocar o maléolo lateral sobre joelho contralateral).
vii. Manobra positiva por dor ou incapacidade de realizar a postura
viii. Queixa de dor na região anterior da articulação ou na coxa – sugere acometimento de coxofemoral
ix. Dor no final de movimento na nádega – sugere acometimentode sacroilíaca
t. Manobra de Thomas
x. Decúbito dorsal, examinador coloca uma mão para retificar a lordose lombar. Paciente faz a flexão máxima de um dos mmii. Se houver contratura em flexão da articulação coxofemoral, a outra perna que estava estendida sofrerá flexão junto.
Síndrome trocantérica (ou bursite trocantérica) – causa mais frequente de dor no decúbito lateral sobre omembro acometido. A pressão sobre o ponto ósseo com processo inflamatório gera dor local (inserção de mm da coxa no trocanter maior). 95% cura, 5% precisa de debridamento cirúrgico.
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