Resumo preconceito linguistico capitulo iii

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  • Publicado : 15 de maio de 2012
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PRECONCEITO LINGUISTICO
RESUMO CAPITULO III
A DESCONSTRUÇÃO DO PRECONCEITO LINGUÍSTICO

1. Reconhecimento da crise
Os professores já perceberam que o ensino da língua portuguesa está em crise e já alertado não usam apenas da gramática normativa como única fonte de explicação, mais também sentem falta de outros instrumentos didáticos que possam ajudar o ensino/aprendizagem, ainda muita genteacredita que a norma culta é o que se deve ensinar.
A norma culta é usada apenas pela minoria, isso tem muito haver com as condições econômicas do nosso país, a minoria classe social alta, a maioria da classe social baixa.O autor Marcos Bagno argumenta neste capítulo a questão de reconhecer está Crise e aponta três situações em questão.
O Primeiro aponta para a quantidade injustificável deanalfabetos é o que relata o IBGE, está estatística chega de 18 a 20 milhões de analfabetos. Considera-se também uma porcentagem de analfabetos funcionais ou semi-analfabetos, dando uma média de 60 milhões, duas vezes a população da Argentina.
O segundo identifica a problemática histórica e cultural dessa classe social onde ler e escrever não faz parte do nível da norma culta dessas pessoas, tudo se deveao grande preconceito de que “brasileiro não sabe português”.
O terceiro relaciona a norma culta onde é usada tradição gramatical conservando a modalidade da língua, ou seja, a língua efetivamente usada por pessoas cultas do Brasil nos dias de hoje, mais sim a um ideal linguístico inspirado no português de Portugal.
È necessário que uma gramática da norma culta brasileira em termos simples,claros e precisos, com objetivos declaradamente didático-pedagógica que sirva de ferramenta prática para todos, sejam eles falantes, educando e educadores.

2.Mudança de atitude
Mas enquanto está gramática não chega devemos lutar com as armas que temos, devemos mudar de atitude.O preconceito lingüístico é o deboche a sátira ou a não tolerancia em relação ao modo de falar das pessoas.
O portuguêsque aprendemos na escola é o padrão, cujas regras de composição são definidas pela gramática, pois a língua falada é muito flexível, sendo assim a falada e a escrita são coisas totalmente diferente.
A mudança de atitude do professor que deve refletir-se na não aceitação dos dogmas, não adoção de uma nova postura em realção ao seu próprio objeto de trabalho a norma culta, e na mudança do ponto devista teorico poderia ser simbolizado numa troca de silabas ao invés de repetir alguma coisa o professor deveria refletir sobre ela. Só haverá mudanças quando houver uma transformação do tipo de sociedade que estamos inseridos e é indispensável que nesta mudança o professor procure estar sempre a par dos avanços da ciência, da linguagem e da educação.
Toda ciência é um trabalho em andamento, umacontrução como se fosse uma obra aberta.

3. O que é ensinar português.
O ato de ensinar português ao mesmo tempo fundamenta a gramática de uma língua materna.Embora educadores tente trabalhar diversos saberes, a prioridade ainda e o ensino da gramática tradicionalista normativa, o que provoca uma aptia em relação a disciplina,essa atitude de supervalorizar o ensino da linguagem tradicional.
Umdos fundamentos da boa ciência é investigar as regras e o que provocam os fenômenos naturais que fazem acontecerem.
O português como qualquer língua tem o certo e o errado,mas para a escola a variação linguistica é vista como uma questão gramatical de certo ou errado, objetivo geral do ensino de português e mostrar como funciona a linguagem humana de modo particular o Português,no mais acreditarque o aluno erra. Nós educadores devemos formar um bom usuário da língua portuguesa. Nada de identificar classes gramaticais, orações, verbos, sujeito, nada disso. devemos garantir que sabemos falar,temos que conhecer nossa língua. No entanto devemos cobrar dos nossos alunos.
Os vestibulares estão desaparecendo nas universidade, elas estao encontrando novas maneiras de seleções. Não entendo...
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