Resumo do livro “basic elements of landscape architectural design” - páginas 15 à 33.

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RESUMO DO LIVRO “BASIC ELEMENTS OF LANDSCAPE ARCHITECTURAL DESIGN” - PÁGINAS 15 À 33. 1.1. Uso funcional da topografia

A declividade, as configurações de vales e topos e as características da composição do solo afetam a espacialização e organização das diferentes funções e uso no paisagismo. As condições ideais para cada uso devem orientar as decisões do plano de intervenção. Por exemplo,quadras de tênis devem ser localizadas preferencialmente em terrenos com declive de um ou no máximo três por cento. Não seria uma decisão coerente localizar tal equipamento em um terreno com dez por cento de inclinação, uma vez que isso acarretaria em grandes movimentações do solo, elevando o impacto ambiental e o custo da intervenção. Como regra, quanto mais plano for o terreno (não ultrapassando umpor cento), mais flexível e apropriado para intervenções o mesmo se apresenta, permitindo a utilização de sistemas construtivas mais simples e facilitando a instalação da infraestrutura. Topografias mais planas permitem a disposição das diferentes funções tanto de forma difusa quanto concentrada. As alternativas para a concepção funcional são maiores nesse tipo de terrenos. Nos declives, vales ecristas, a organização dos diferentes usos e intervenções precisam ser concentrados ou dispostos linearmente. Opções e alternativas são menores em terrenos inclinados, no que diz respeito à inter-relação dos usos da terra. A forma do terreno também afeta o uso regional do solo e os padrões de desenvolvimento. Por exemplo, formas de uso e padrões de vias tendem a ser retilíneas e ortogonais em áreaspredominantemente planas como as do Meio Oeste Americano. Lá, a topografia impôs poucas restrições para instalação do sistema de serviços públicos, que acabaram por subdividir a paisagem em uma malha ortogonal. Em regiões onde há vales proeminentes e cristas, o desenvolvimento regional tende a ser diferente. Um exemplo disso é o oeste de Pensilvânia, onde os vales e cristas tem orientaçãonordeste-sudoeste. Quando olhamos para o mapa de estradas desta região, pode-se perceber que o desenho da maioria das estradas e

cidades reflete topografia por suas duras orientações nordeste-sudoeste. Poucas estradas são localizadas nesta direção. Em resumo, percebe-se que a topografia é de fato um elemento físico significante no ambiente externo. Esta afeta como o espaço é percebido, utilizado eprojetado. 1.2. Expressão da Topografia

Para ser capaz de trabalhar efetivamente com a topografia no projeto paisagístico, é necessário primeiramente ter um entendimento claro das diferentes técnicas para expressá-la. Alguns dos meios mais comuns para representar e manipular a topografia inclui contornos, utilização de tons e cores, hachuras, expressões matemáticas, modelos tridimensionais ecomputação gráfica. Cada um desses métodos de representação tem suas características particulares e aplicações nas quais são mais apropriadas. A seguir delineiam-se os métodos alternativos para a expressão da topografia e as diretrizes para cada um.

a)

Curvas de Nível

É a expressão gráfica mais comumente utilizada para a representação topográfica. Uma vez que atualmente os arquitetospaisagistas primeiro desenham no plano, as curvas de nível podem ser consideradas o método mais universal de expressão topográfica utilizada por estes profissionais. A curva de nível é definida como a linha no plano de desenho que conecta todos os pontos que estão numa igual distância vertical acima ou abaixo de um plano de referência horizontal, algumas vezes referenciado com dados ou com banco de dados.Não se pode esquecer que a linha de contorno é apenas um meio artificial de representação da topografia e não existe na realidade. Um termo correlato que também necessita de definição é o espaçamento. Espaçamento é a distância vertical entre duas Curvas de Nível num dado plano e é um número sequenciado sempre anotado na linha. Ao trabalhar-se com as Curvas de Nível, um número de princípios...
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