Resenha sobre a morte e o morrer

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Resenha "Sobre a morte e o morrer!"
Kübler-Ross Elizabeth, Sobre a morte e o morrer- Martins Fontes, 2002. Credenciais da autora. Elisabeth Kübler-Ross, M.D. (8 de julho de 1926 — 24 de agosto de 2004) foi uma psiquiatra que nasceu na Suíça e autora do inovador livro On Death and Dying, onde ela primeiramente apresentou o agora conhecido Modelo de Kübler-Ross. Ela foi eleita em 2007 para oNational Women's Hall of Fame dos Estados Unidos. Outras obras: KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Morte – estágio final da evolução. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1975. KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Perguntas e respostas sobre a Morte e o Morrer. São Paulo: Martins Fontes, 1979. KÜBLER-ROSS, Elizabeth. A morte: um amanhecer. São Paulo: Pensamento, 1991. KÜBLER-ROSS, Elisabeth. A roda da vida: memórias do viver e domorrer. Rio de Janeiro: GMT, 1998.
Resumo da obra
A morte é o acontecimento mais desesperador ao ser humano, desespero causado muitas vezes por fortes vínculos familiares, filhos totalmente dependentes (portadores de necessidades especiais), grandes responsabilidades imposta por cargo, ou pelo próprio temor de morrer. Onde pessoas fortes, maduras, tem suas estruturas abalas perante a tal fato,mas tudo isso pode ser evitado, se todos aprenderem a lidar com a morte. Na verdade o homem não está preparado para enfrentar a morte, todos a temem, evitam discutir sobre o assunto, ao invés de compreendê-la e aceita-la. Em ambientes hospitalares, os pacientes não têm oportunidade de falar sobre o que sente e sobre o seu medo de morrer, pois há uma falha na comunicação entre pacientes e corpohospitalar, onde eles acham que sabem tudo o que o paciente precisa, não importando sua opinião. As crianças, na maioria das vezes, são afastadas deste momento de sofrimento, no intuito de proteção, mas essa atitude pode acarretar alguns problemas e sentimentos aos pequeninos (culpa, dor da separação, isolamento) devido a “proteção” que lhe é aplicada. A falta de diálogo entre o paciente e osprofissionais da saúde e a falta de preparo com a morte, acarreta na dificuldade do paciente aceitar o seu estado e gera atritos durante o seu tratamento. Ao se encontrar em um estado doentio, o paciente entra na fase de negação, não aceita o diagnóstico, procura vários outros médicos afim de ouvir o que quer o ouvir e não o que realmente está acontecendo, pois o morrer para ele é terrível. Após anegação, o paciente não entende o que se passa com ele e começa algo comum, questionar “porque está acontecendo isto? Porque eu e não outra pessoa?”. Então a raiva toma conta do seu ser, além de descarregá-la nos enfermeiros e médicos, descarrega também em sua família, machucando seus queridos, o quais não se sentem bem e diminuem o período de visitas, aumentando a assim a raiva e a inconformidade dopaciente. Nestes casos e de extrema importância que os parentes e amigos, se façam presente no tratamento do paciente, para ele o transmite apoio, segurança, e o ajuda a aceitar o seu estado, pois a morte não faz distinção de pessoas. Os médicos e principalmente os enfermeiros, pois o acompanham 24h, devem abrir a oportunidade de diálogo ao paciente, pois ao expor tudo o que sente e como está, ereceber atenção, há uma grande evolução de relacionamento durante o seu tratamento, onde ás vezes apenas uma posição que o deixa desconfortável gera atritos, e com diálogo se resolvem e o paciente começa a confiar nos profissionais e sente humano e não objeto.

A religião tem influência significativa na vida das pessoas, não tanto com antigamente, quando essas estão hospitalizadas começam a refletirsobre sua vida e chegam a conclusão que o estado em que se encontram é resultado de falhas, pecado, e começam a fazer trocas com Deus, a fazer promessas, e não procuram aceitar a situação. Como prediz a ética dos profissionais da saúde, deve se respeitar a crença de cada paciente, porém o zelo, a atenção, o carinho, o ajuda a evoluir no processo de aceitação. Um fator preocupante quanto aos...
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