Resenha do livro eu creio na pregação

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STOTT, John. Eu Creio na Pregação. São Paulo: Vida, 2003. 374 p.
John Robert Walmsley Stott, CBE (27 de abril de 1921) é um líder Anglicano britânico que é conhecido com uma das grandes lideranças mundiais evangélicas. Serve como Presidente da Igreja All Souls em Londres desde 1950. Estudou na Trinity College Cambrigde, onde se formou em primeiro lugar da classe tanto em francês como emteologia, e é Doutor honorário por varias universidades, na Inglaterra, nos Estados Unidos e no Canadá. Uma de suas maiores contribuições internacionais são os seus livros. John Stott começou sua carreira como escritor em 1954 e já escreveu mais de 40 títulos e centenas de artigos, além de outras contribuições à literatura cristã. Entre os seus títulos mais famosos estão: Cristianismo Básico, Crer éTambém Pensar, Porque Sou Cristão, A Cruz de Cristo, Eu Creio na Pregação, Firmados na Fé, Cristianismo Equilibrado, Entenda a Bíblia, Cristianismo Autêntico, O Perfil do Pregador, Ouça o Espírito, ouça o mundo. A sua obra mais importante, Cristianismo Básico, vendeu mais de 2 milhões de cópias e já foi traduzido para mais de 60 línguas. Billy Graham chamou John Stott de "o mais respeitável clérigo nomundo hoje. Hoje é presidente do Institute Comtemporary Christianity. O livro Eu Creio na Pregação lembra-nos da herança gloriosa e histórica da pregação e seu efeito poderoso, por ser um elemento indispensável no cristianismo. O autor contesta os ataques que a pregação sofre nos dias atuais, examina os fundamentos teológicos que a sustentam e destaca a importância da aplicação daverdade bíblica no cotidiano dos cristãosFundamentado em sua longa trajetória, o autor discorre sobre: as três características básicas da abordagem expositiva da Palavra; as principais qualidades pessoais que um pregador precisa ter; os ideais bíblicos cuja aplicação não depende de quaisquer condições sociais e culturais. O autor apresenta um programa de estudo eficaz e uma proposta deelaboração de sermões que transborda em sabedoria e experiência, desafiando o leitor a viver e pregar com consciência a Palavra de Deus. De acordo com o autor estamos vivendo onde muitos ministros religiosos parecem já não acreditar na pregação como modo poderoso de proclamação do evangelho e de transformar vidas. Hoje vivemos o tempo dos sermãozinhos, produzindo com isso cristãozinhos. Há uma tendênciacada vez maior de otimização dos sermões, na questão do tempo. Muitas igrejas estão deixando o tempo da pregação bastante reduzido. Isso leva a vivermos um tempo onde muitos pregadores perderam a confiança na Palavra de Deus e já não estão muito preocupados em estudá-la em profundidade e de proclamá-la sem medo nem favoritismo. A obra da pregação é a mais elevada, a maior e a maisgloriosa vocação para qual alguém pode ser convocado. O que seria do cristianismo se o ministério da pregação não fosse eficaz. A história demonstra como é longa e ampla a tradição cristã que atribui muita importância à pregação. Abrange quase vinte séculos, a partir de Jesus e de seus apóstolos, que continua através dos pais da igreja e dos grandes teólogos-pregadores pós-nicenos, e culminandonos clérigos modernos dos séculos XIX e XX. O consenso cristão no decurso dos séculos tem sido engrandecer a importância da pregação e, para isso, apelar aos mesmos argumentos e vocabulário. Dificilmente podemos deixar de nos inspirar com esse testemunho em comum. Em outras religiões os seus mestres são oficialmente aceitos, sejam gurus hindus, sejam rabinos judaicos, sejam mulásmuçulmanos. Eles são identificados como instrutores da religião e da ética, mesmo dotados de autoridade oficial, são na essência expositores de uma tradição antiga. Os pregadores do Evangelho, pelo contrário, são considerados arautos das boas-novas da parte de Deus e ousam pensar em si mesmos como seus embaixadores ou representantes que realmente transmitem a Palavra de Deus. A pregação é...
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