resenha aristoteles

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  • Publicado : 6 de junho de 2015
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América Colonial I - Noturno

Resenha: Aristóteles. Etica a Nicômano

Nome: Gabriel Reis Simeone

1- Centro do texto: Definição de justiça e injustiça;

2- Partes dotexto:
A (até o paragrafo 2)- Reciprocidade e proporcionalidade na definição de justiça;
B (até o paragrafo 9)- A justiça nas trocas;
C (até o paragrafo 11)- Justiça comomediação entre polos injustos (excesso e falta);
D (até o paragrafo 13)- A (in)justiça e o (in)justo;
E (até o paragrafo 15) - A justiça só pode ser feita entre partesiguais;
F (até o paragrafo 17) - Justiça pública e privada.

3- Relação entre as partes: A relação estabelecida na parte A é demonstrada na parte B, formulada como conceito naparte C :“Na ação injusta, ter demasiado pouco é ser vitima de injustiça, ter demais é agir injustamente”. Relativizada na D, onde não necessariamente uma ação define porsi só o autor ou a relação como (in)justa: “ um homem pode não ser ladrão apesar de ter roubado” , condicionada na E, onde se estabelece critérios para se estabelecer uma“justiça politica” para na F delimitar o espaço de ação da justiça e da lei na esfera pública.

4- Uma questão: O exemplo de troca justa, se choca com o conceito de justiçaelaborado mais a frente, pois uma troca é justa quando satisfaz a quantidade de dinheiro determinada pela procura e uma relação justa é marcada pela mediação entre o muito epouco, sendo os extremos o lugar da injustiça. Uma necessidade maior que o dinheiro disponível colocaria o necessitado em condição injusta, há um aparente choque entre asduas lógicas.

5- Elementos para uma resposta: Na prática uma lógica deve submeter a outra, com a “economia” sendo mediada pela política, pelo menos entre os cidadãos.
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