Relatorio de tecnologia de bebidas

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  • Publicado : 11 de maio de 2011
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ALUNAS:
CRISTINA
SHEILA STÉFFANEOZÉLIA RODRIGUES




SÃO LUIS-MA
2011
CARNE
Dá-se o nome de carne ou vianda ao tecido muscular dos animais, incluindo o homem. É formada principalmente de proteínas, gorduras e água. Esse tecido é usado como alimento para os animais carnívoros e onívoros, incluindo o homem,exceto os que adotam uma dieta vegetariana. No sentido alimentício, geralmente a palavra "carne" só é usada para se referir à carne de mamíferos, répteis, aves e anfíbios.
No sentido religioso, a carne está muitas vezes do ponto de vista do pecado, como em pecado carnal ou fraqueza da carne.
O consumo de carne pelos seres humanos, que se acredita que tenha sido iniciado entre 1 milhão e 500 milanos atrás, trouxe uma grande vantagem em relação às dietas vegetarianas da época: uma dieta rica em gordura, proteínas e ferro, sendo estes dois últimos facilmente metabolizados quando vindos de origem animal. Muitos cientistas defendem a idéia de que o cérebro humano só pôde se desenvolver de tal maneira graças a esse aumento da ingestão de proteínas e calorias. Contudo, com o desenvolvimento daagricultura a partir do neolítico, os seres humanos foram paulatinamente obtendo outras possibilidades de alimentos ricos em proteínas, mas de origem vegetal, como os feijões e leguminosas.
Consumo de carne e a saúde humana
Todo tecido muscular é rico em proteína, contendo todos os aminoácidos essenciais, e na maioria dos casos, é uma boa fonte de zinco, vitamina B12, selênio, fósforo, VitaminaB3, Vitamina B6, ferro e Vitamina B2. Apesar dos seus benefícios, a carne tende a ter níveis altos de gordura, especialmente na carne vermelha gorda e peixes gordurosos (e.g.: salmão, atum). A gordura da carne, porém, pode variar de acordo com à espécie ou raça do animal; a forma como ele foi criado, incluindo como ele foi alimentado; a parte anatômica de seu corpo; e os métodos de confecção.Inúmeras pesquisas apontam que o consumo de carne pode ser danoso para a saúde humana. Mesmo o consumo das chamadas "carnes brancas" já é apontado como algo perigoso. Um estudo publicado no British Journal of Nutrition, por exemplo, estudou a dieta de cidadãos escandinavos cujas dietas eram ricas em peixes e apontou que elas elevavam de maneira significativa risco de derrame.O estudo analisou mais demil pessoas em Norrland, Suécia, região onde os homens comem peixe mais de duas vezes por semana. E os pesquisadores notaram que esse grupo que consumia muito peixe estava mais propenso a ter derrame. Porém, os autores do estudo não sabem se havia, no alimento, algum poluente responsável pelo aumento do risco, e não consideraram o estilo de vida dos participantes. Apesar dos resultados, elesacreditam que os benefícios do consumo são maiores do que os riscos.
Outras pesquisas, porém, apontam que o consumo de carne magra feito de forma moderada pode ser benéfico à saúde. Especialistas do Programa de Educação Nacional ao Colesterol,[3] atestam que 150 a 180 gramas de carne bovina magra por dia fazem parte de dietas destinadas a diminuir o colesterol sérico. Um relatório aprovado pelaAssociação Americana do Coração,[4] e outras 26 grandes organizações de saúde apontou não ser necessário eliminar o consumo de carne vermelha magra.
O fígado de animais é uma grande fonte de vitaminas, ferro e entre outros minerais, já que ele funciona como um reservatório. Seu consumo, porém, deve ser moderado, já que a quantidade de algumas vitaminas passa dos valores recomendados, o que pode ser...
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