Reflexo fotomotor em humanos

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 7 (1604 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 21 de setembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO PIAUÍ – UESPI
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE – UESPI
CURSO: MEDICINA
DISCIPLINA: FISIOLOGIA HUMANA
PROFESSORES: FRANCISCO DAS CHAGAS, SUZANA GALVÃO, WILSON JOSÉ

CONTROLE DO DIÂMETRO PUPILAR EM Oryctolagus cuniculus

ANTONIO GUILHERME CHAGAS SILVA FEITOSA (1042473)
LUIZ EURIPEDES ALMONDESSANTANA LEMOS (1042486)

TERESINA/SETEMBRO/2012
INTRODUÇÃO

Um importante mecanismo ocular cujo objetivo é controlar a luminosidade aferente à retina são as variações do diâmetro pupilar, sujeitas ao Sistema Nervoso Autônomo. Fibras Simpáticas e Parassimpáticas inervam músculos cuja contração interfere diretamente no aumento (midríase) ou diminuição (miose) do diâmetro da pupila, são eles,respectivamente, o músculo dilatador da pupila, regulado por fibras simpáticas e o músculo esfíncter da pupila, regulado por fibras parassimpáticas (MOORE,2010).
Cada divisão do Sistema Nervoso Autônomo possui mecanismos distintos de ação, com substâncias transmissoras e receptores, quase sempre específicos. O conhecimento desses mecanismos possibilita a previsão de determinados efeitos mediante aadministração de certos fármacos e a realização de outros procedimentos que interfiram nos meios de ação; substâncias transmissoras e seus receptores (GUYTON,2006).
A prática de controle do diâmetro pupilar em coelhos (Oryctolagus cuniculus) - mas que também avalia outros efeitos colaterais nos animais, como o fluxo das glândulas salivares e a interferência nos vasos da conjuntiva - tem porobjetivo principal sujeitar tais previsões, levando ou não, à sua corroboração.

MATERIAIS E MÉTODOS

A experiência foi realizada no Laboratório de Fisiologia Humana da FACIME/UESPI pelos estudantes do segundo período de medicina da instituição, com a colaboração do professor e dos monitores da disciplina. Primeiramente, a turma foi dividida em dois grupos, sendo que a cada um coube a posse de umcoelho (Oryctolagus cuniculus) e de um colírio (A ou B, sem a denominação da droga contida) para a realização da prática. O passo inicial da experiência com os animais consistiu na medição dos diâmetros pupilares, por duas vezes, com um intervalo de 10 minutos, com a devida prudência para evitar o estresse dos coelhos, o que poderia interferir nos reflexos observados.
Depois das duas mediçõesiniciais, os grupos realizaram duas instilações do colírio recebido no olho direito do animal, seguida de medições com um intervalo de 10 minutos; uma com 10 minutos, outra com 20, 30, 40, 50 e 60 minutos após a instilação da droga. Além dos efeitos sob o diâmetro pupilar, alterações nos vasos da conjuntiva e nas glândulas salivares também foram observados. Os resultados foram anotados e ao fim,comparados. No final da realização da prática o coelho não foi sacrificado, os alunos foram liberados e retiraram-se do Laboratório de Fisiologia Humana do CCS/UESPI.


RESULTADOS

TABELA 01 – MEDIÇÃO DO DIAMETRO PUPILAR ANTES E APÓS APLICAÇÃO DE PILOCARPINA ( COLÍRIO B ) EM COELHO (Oryctolagus cuniculus) . TERESINA/2012

TEMPO DE MEDIÇÃO | DIÂMETRO PUPILAR DIREITO ( CM ) | DIÂMETRO PUPILARESQUERDO ( CM ) |
MEDIÇÃO INICIAL 1 | 0,8 | 0,8 |
MEDIÇÃO INICIAL 210 MINUTOS APÓS A INSTILAÇÃO DO COLÍRIO 20 MINUTOS APÓS A INSTILAÇÃO DO COLÍRIO30 MINUTOS APÓS A INSTILAÇÃO DO COLÍRIO40 MINUTOS APÓS A INSTILAÇÃO DO COLÍRIO50 MINUTOS APÓS INSTILAÇÃODO COLÍRIO60 MINUTOS APÓS INSTILAÇÃODO COLÍRIO70 MINUTOS APÓS INSTILAÇÃODO COLÍRIO | 0,80,80,60,70,80,80,80,8 | 0,80,80,80,80,80,80,80,8 |
|| |
LEGENDA: CM = CENTÍMETROS
FONTE: LABORATÓRIO DE FISIOLOGIA CCS/UESPI – ALUNOS DE MEDICINA DO SEGUNDO PERÍODO. TERESINA, 2012.2

TABELA 02 – MEDIÇÃO DO DIAMETRO PUPILAR ANTES E APÓS APLICAÇÃO DE ATROPINA ( COLIRIO A ) EM COELHO (Oryctolagu cuniculus) . TERESINA/2012
TEMPO DE MEDIÇÃO | DIÂMETRO PUPILAR DIREITO ( CM ) | DIÂMETRO PUPILAR ESQUERDO ( CM ) |
MEDIÇÃO INICIAL 1 | 0,9 | 0,9...
tracking img