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SUMÁRIO

INTRODUÇÃO_______________________________________________ p.4
DESENVOLVIMENTO_________________________________________ p.5
POBREZA E DESIGUALDADE TÊM MÚLTIPLAS CAUSAS _________p.5
POBREZA E ABUNDÂNCIA____________________________________p.6
ESTADO DE CARÊNCIA MULTIPLA_____________________________p.7
POBREZA CRESCENTE E INCOMODA___________________________ p7CONCLUSÃO__________________________________________________p.8
BIBLIOGRAFIA ________________________________________________p.8

* Introdução
O homem sempre procura distinguir e discriminar grupos no interior da sociedade. As evidências históricas mostram que a cultura humana esteve sempre intimamente ligada, desde os seus primórdios, a idéia da distinção e da discriminação entre grupos sociais.
A partir deentão, nas sociedades que foram se tornando mas complexas, os membros não tinham igual acesso a algumas vantagens como, por exemplo, o poder de decisão e a liberdade. O patriarcado existente nas mais remotas civilizações, garantindo aos homens o poder sobre a família e seus bens, demonstra que a igualdade é, antes de mais nada, uma utopia, um ideal ainda não vivido pela humanidade.
Da pequenadiferenciação social existente nas sociedades tribais, as diversas civilizações passaram por diversos processos que as elevaram a formar os mais diferentes os mais diferentes grupos, que começam a se distinguir por etnia, nacionalidade, religião, profissão e, de forma mais acentuada, por classe social. A caminho das sociedades plurais, foram se formando inúmeros grupos, cada um com a função, umconjunto de direitos, deveres, obrigações e possibilidades de ação social.
O mundo contemporâneo assiste ao resultado desse longo processo histórico de formação de uma civilização complexa e diferenciada, na qual os diversos grupos procuram conquistar direitos ou manter privilégios e as possibilidades de acesso á produção de bens e aos mecanismos de distribuição desses bens na sociedades.

*Desenvolvimento
Pobreza e desigualdade têm múltiplas causas.
Miséria e desigualdade marcam a história de muitos países e de milhões de pessoas há séculos. Resolver o problema é o desafio dos governos desses lugares. No entanto, não é tão simples quanto parece. São diversos fatores que determinam a condição social da maioria da população que não tem condições de sobrevivência.
Muitos estudiososacreditam que a partir do capitalismo, a desigualdade tornou-se mais evidente. “A pobreza acentuou-se no século XVI com a dissolução do mundo feudal e o surgimento do capitalismo. Houve uma expulsão dos camponeses das terras que lhes forneciam meios para subsistência e essas pessoas não tiveram como reproduzir sua vida e começaram a viver de ajuda e caridade alheia”, afirma o professor RicardoMusse, doutor em Filosofia da Universidade de São Paulo.
Nesse sentido, um dos importantes nomes da história na discussão do problema é o filósofo Karl Marx (1818-1883), que interpreta a miséria como um instrumento utilizado pelas classes dominantes. Para ele, a desigualdade é resultado da divisão de classes – entre aqueles que detêm os meios de produção e os trabalhadores, que só têm a força detrabalho para garantir a sobrevivência. “Como Marx mostrou, para que esse sistema funcione é necessária a existência de trabalhadores desprovidos dos meios de produção. A desigualdade, portanto, depende do modo como a sociedade organiza a produção e a distribuição dos bens que consome”, declara Musse.
A má distribuição da renda é uma das principais causas da pobreza em muitos lugares do mundo. Adoutora em Antropologia, Márcia Anita Sprandel, autora do livro “A Pobreza no Paraíso Tropical”, avalia que não basta o País ter um alto crescimento econômico se não houver repartição das riquezas de forma justa. “Um modelo concentrador de rendas, terras e dilapidador dos recursos naturais, provavelmente, aumentará o abismo entre ricos e pobres.”
Brasil - O que o País poderia ter feito para...
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