Pena de morte para maquiavel, locke e hobbes

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Tal punição se relaciona diretamente com as idéias de Hobbes, já que o objetivo principal é evitar algo que desestabilize o poder do estado por meio do medo causado pela punição. Ele dizia: “a pena de morte é uma aberração jurídica, a pretexto de manutenção da ordem”. Por esses exemplos, vemos que muitos pontos da teoria hobbesiana continuam a influenciar a política nos dias de hoje, bem como seus conceitos de natureza podem ser observados facilmente na sociedade.Tais pensamentos contra a pena de morte são justificáveis, uma vez que a morte nos parece uma pena drástica demais. Imaginamo-nos no lugar dos criminosos, mas se nos imaginássemos no lugar das vítimas?
No capítulo 17 do livro O príncipe (de Nicolau Maquiavel), ele defende que é melhor a um príncipe ser severo quando pune as pessoas do que generoso. A severidade por meio da sentença de morte só afecta alguns, mas detêm crimes que afectam muitos. Indo mais longe, defende que é melhor ser temido do que amado. Mas os governantes devem evitar ser odiados, o que é fácil de conseguir não confiscando a propriedade dos súbditos: “As pessoas esquecem mais facilmente a morte do pai, do que a perda da herança.”

Conclusão:
Somos a favor da pena de morte pois para um governante consolidar seu poder é necessário que haja um contrato social e para o contrato não ser rompido, ele deve impor medo e respeito sobre a população.
Segundo alguns filósofos (assim como Locke) o estado não tem direito de inflingir o direito de vida do cidadão, que é a maior propriedade do indivíduo. Porém, para outros filósofos, como Maquiavel, que diz que os fins justificam os meios, frase que pode ser interpretada como eliminar um criminoso para diminuir a violência na sociedade, Hobbes se posiciona favorável à pena de morte, pois como uma das interpretações de sua frase: “O homem é o lobo do homem.”, se um criminoso não for coagido, voltará a cometer não só o mesmo, como vários outros crimes, sendo a melhor forma de impedimento de graves

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