Pavimentacao

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 6 (1355 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 23 de outubro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
Introdução
Hierarquia das rodovias: vias expressas até vicinais
Reflete no custo da obra
Características construtivas: curvas, rampas e largura
Geologia de engenharia aplicada nas fases de projeto,
contrução e manutenção da rodovia
Cargas estáticas e dinâmicas

Pavimentação
Rodovias
Geologia de Engenharia III
ENG05103
Curso Engenharia Civil
1

2

3

4

5

6

1 Condicionantes geológicos

Relevo (regiões de colina)
Relevo suave, com abundância de retas e rampas suaves
Cortes e aterros de pouca altura
Poucos problemas de estabilidade
Portanto, há uma compensação dos volumes de corte e
aterro
Custo baixo de terraplenagem
BR-290 (Porto Alegre – Uruguaiana)

Relevo
Natureza do terreno
Materiais naturais de construção

7

8

Relevo (regiões planas)Necessário construir o leito da estrada
Não há compensação entre corte e aterro
Necessidade de áreas de empréstimo de materiais
(solos e rochas), muitas vezes a distâncias
consideráveis
Estadas sobre depósitos aluviais (solos moles), alta
compressibilidade e baixa resistência
Resultando em recalques devido a cargas estáticas e
dinâmicas

9

Relevo (regiões planas)...

10

Relevo(regiões montanhosas)

Estrada-do-mar e Rio-Santos
Planícies literâneas, onde ocorrem alternância de lentes
de argila e lentes de areia fofa
Planícies aluviais, onde ocorrem camadas de argila
mole e variação de lentes de areia, cascalho e argila,
devido ao meandros dos rios
Aterros de acesso a pontes, esforços verticais (aterro) e
horizontais (tráfego)

11

Traçados sinuosos, retascurtas e raios das curvas
pequenos, rampas elevadas
Principais problemas: cortes, aterros e movimentos de
massa, devido ao elevado gradiente das encostas
Estruturas geológicas e afloramento do lençol freático
Necessidade de área de empréstimo devido a não
compensação entre corte e aterro e, em alguns casos,
devido a baixa qualidade dos materiais para utlização
em aterro (rota-do-sol)Problemas com bota-fora

12

2

Relevo (regiões montanhosas)...
Corte e aterro em meia-encosta, necessidade de obras
de contenção devido a formação de um plano de
descontinuidade entre o aterro e o substrato natural
Drenagem, engaste do aterro ao terreno natural
(estacas ou degraus)

13

14

15

16

Natureza dos terrenos naturais
Substrato rochoso e cobertura pedológica (solo)Dinâmica superficial é alterada ou criada pela
construção

Erosão

Empastilhamento

Exposição de saprolitos, alteração de rocha, horizonte C
de rochas podem propriciar processos erosivos nos
cortes e aterros, quando a superfície não está bem
protegida
Solos arenosos (não coesivos), encontrados em bacias
sedimentares, são suscetíveis a erosão linear, ravinas e
boçorocas
Erosão dassub-camadas do leito da estrada quando
não compactados adequadamente ou quando não há o
projeto de drenagem adequado

17

solo

Rochas sedimentares (siltitos e
folhelhos), quando expostas a
intempérie, manifestam
desagregação superficial
siltito
Desagragação de rochas
estratificadas, por meio de
expanção de argilas
O material desagragado pode desagregaçcão siltito
superficial
atingira via, colmatar obras de
drenagem, bem como descalçar
blocos de rocha e outras
camadas mais resistentes

arenito

arenito

arenito

18

3

Instabilidade de taludes
Rolamento de matacões,
dificuldade de definição
do topo rochoso, tendo a
necessidade de
sondagem rotativa
Regiões com taludes em
rocha é necessário
determinar as
orientações das
descontinuidades, as
quais irãocondicionar a
estabilidade dos taludes
19

20

Materiais para construção

tombamento

Corpos de tálus e colúvios,
os movimentos podem ser
deflagrados quando ocorre
o corte da estrada
Em regiões com rochas
metamórficas alteradas ou
sãs possuem baixa
resistência ao
cisalhamento ao longo dos
planos de xistosidade

As estradas são construídas com materiais naturais
(solos e...
tracking img