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A ECONOMIA REGIONAL DE IMBITUBA

Juliana Vieira de Souza
Prof. Lídio Rodrigues Sobrinho
Centro Universitário Leonardo da Vinci – UNIASSELVI
Bacharelado em Administração (ADG 1641) – Prática Módulo II
25/11/2010

RESUMO

Consentirá neste trabalho um breve resumo sobre a história de Imbituba com a ênfase na sua economia. Abordarei o setor primário frisando a pesca, o secundário,Indústria, Comércio e sobre o setor terciário, o Turismo. Ao final um breve relato sobre o crescimento econômico de Imbituba.


Palavras-chave: Comércio. Imbituba. Indústria.

1 INTRODUÇÃO

O referente paper virá destacar o crescimento econômico da cidade de Imbituba e seus aspectos.

Vasconcelos e Garcid (2004, p.89) afirmam que“Quando se fala em crescimento econômico, estamos nos referindo ao crescimento da renda nacional per capita, ou seja, em colocar a disposição da coletividade uma quantidade de mercadorias e serviços que supere o crescimento populacional.”.

Enfatiza os benefícios de se desenvolver o setor terciário da região buscando aprimorar o turismo

do município e o crescimento das atividades portuáriasviabilizando uma maior integração do porto

com o município e promovendo na cidade uma visão do porto como tentáculo de ligação da economia

municipal com o resto do mundo.

Imbituba evolui economicamente nas últimas décadas em decorrência de vários aspectos: desenvolvimento da área portuária, o crescimento do setor comercial em decorrência da instalação de empresas como a ICC e a Cerâmica, e ainstalação do porto com seus indícios de prosperidade ao decorrer dos anos.

2 ORIGEM DA CIDADE

NASCENTE e SAMPAIO (1978) afirmam que “Imbituba” provém do indígena “Embetuba” ou “Imbituba” que significa região com imensa quantidade de imbé, uma espécie de cipó escuro-roxo, muito resistente, usado para confecção de cordas.

A etimologia do termo “Imbituba”nos demonstra o seu valor geográfico, derivando-se do prefixo “Imbé” e do sufixo “Tuba”.

“Imbé”, também denominada “guaimbé”, é uma palavra muito conhecida tanto pelo índio como pelos homens do mar, agricultores, construtores e jardineiros. Pertence à família das aráceas e os botânicos a denominam: Philodendron bipinnatifidum Schott.Suas folhas são majestosas e diversas vezesfendidas.Sua copa frondosa faz com que seja colocada entre as plantas ornamentais mais formosas. Vive, indiferentemente, no solo ou nas árvores. No último caso emite, de cima, raízes adventícias que caem por espaços de muitos metros e penetram no chão. Ainda hoje há grande quantidade de “imbé” no chamado Costão do Farol e nos morros de Ribanceira. A casca do imbé é assaz procurada para confecção decordas e substitui em muitos casos, com vantagem, o arame e diferentes fibras vegetais. Pode permanecer na água por mais de 50 anos sem apodrecer, devido a quantidade extraordinária de tanino que possui, uma fibra adstringente que aperta os tecidos, comprimindo-os. O cipó imbé era aplicado ainda na indústria da pesca litorânea graças à resistência à água salgada, ao sol e à chuva.

O índiofirma com cipó imbé a ponta da flecha na haste e protege as pernas com cordinhas do mesmo cipó. Quando um índio adoece, apertam-lhe o corpo inteiro com cordas de imbé e deitam em baixo do leito, desde a cabeça até o grosso das pernas, ervas sobre brasas para produzirem densa fumaça.

No ano de 1715 marcou o inicio do povoamento de Imbituba, coma chegada do Capitão Manoel Gonçalves deAguiar, que, por determinação do Governador do Rio de Janeiro, realizava viagem de inspeção ás colonizações do Sul do Brasil. Assim, podemos afirmar com convicção que a fundação de Imbituba ocorreu no ano de 1715.

De 1715 a 1720 a colonização imbitubense pouco prosperou, com apenas algumas famílias vicentistas deixadas pela expedição do Capitão Manoel Gonçalves de Aguiar, procurando...
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