Obesidade gestacional

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FUPAC – UNIVERSIDADE PRESIDENTE ANTONIO CARLOS
CURSO NUTRIÇAO 2ºPeríodo


Dayane Jéssane Goncalves Sander
Jacilene Gomes ramalho
Jeniffer Ramalho de Souza
Lahis Clementino santos
Paloma chaves Tavares
Regiane Rodrigues Azevedo




OBESIDADE GESTACIONAL


Trabalhoapresentado pelas alunas do 2⁰ período do curso de Nutrição como pré-requisito para avaliação na disciplina de Metodologia Científica , orientado por Sandra Sofia .




TEOFILO OTONI
1 INTRODUÇÃO
A gravidez é um momento delicado e requer cuidados especiais, principalmente quando o assunto é a alimentação que, nessa fase, tem relação direta com a saúde da mãe e a do bebê, tanto na vidaintra-uterina como no futuro. A obesidade na gravidez é um problema comum e perigoso. Cerca de 45% das mulheres obesas no mundo ganharam peso após a gravidez, a fome não é apenas uma necessidade fisiológica e também pode estar associada a alterações psicológicas e emocionais, como períodos de ansiedade e fragilidade, que podem levará compulsãoalimentar.(http://guiadobebe.uol.com.br/perigo-da-obesidade-na-gestacao/). A casos em que as gestantes não procuram orientações e ganham pesos excessivos sem perceber acreditando ser um ganho de peso normal da gravidez.
A gestação engloba uma série de pequenos e contínuos ajustes fisiológicos que afetam o metabolismo de todos os nutrientes. Estes ajustes são individuais, dependentes do estado nutricional pré-gestacional, e de determinantes genéticos dotamanho fetal e do estilo de vida da mãe. (KING 2000). As alterações que ocorrem no metabolismo dependem do quadro nutricional da gestante, sendo um fator determinante na formação do feto.
Ganhar peso excessivamente no período gestacional ou iniciar esse período com sobrepeso ou obesidade são fatores de risco para complicações como diabetes, hipertensão e pré-eclâmpsia, principalmente no final dagestação. Esses males são duas a seis vezes mais comuns em mulheres com excesso de peso. (http://guiadobebe.uol.com.br/perigo-da-obesidade-na-gestacao/) A má alimentação pode ocasionar vários fatores de riscos durante e após a gravidez levando ate a morte.
Especificamente, em relação à saúde da mulher, a obesidade está associada à maior incidência de câncer de mama e endométrio, além de desordensreprodutivas e síndrome de ovários policísticos. Quando associada à gravidez, torna-se um assunto de grande relevância, uma vez que predispõe a gestante e seu concepto a uma maior incidência de morbimortalidade. Diversos estudos demonstram o efeito adverso da obesidade pré-gestacional nos resultados obstétricos e perinatais, considerando o sobrepeso como uma das causas mais comuns do aumento de riscona gravidez.
A obesidade é uma doença crônica, multifatorial, associada a múltiplas complicações e considerada uma importante causa de morbidade e mortalidade. Atualmente tem sido apontada como um dos graves problemas de saúde pública. A obesidade aumenta a incidência de diabetes mellitus gestacional, hipertensão induzida pela gravidez, infecção do trato urinário, parto cesariana, além demacrossomia, risco de malformação fetal e mortalidade perinatal. Complicações anestésicas e cirúrgicas também são descritas, incluindo dificuldade de intubação e ventilação, infecções pós-operatórias, aumento no tempo cirúrgico e perda sangüínea, além de maior probabilidade de trombose venosa. (Rev. Ciênc. Méd., Campinas, 14(6): 503-514, nov./dez., 2005 OBESIDADE E GRAVIDEZ 505). A obesidade gestacionalnão é só um problema fisiológico, é considerado crônico sendo um grande problema na saúde da gestante, pois esses fatores podem continuar após gestação.

O cumprimento do consumo diário necessário para os diferentes componentes da dieta irá garantir um desenvolvimento saudável para a mãe e para o feto. Se a ingestão dietética for insuficiente e se os estoques de nutrientes da gestante...
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