Laboratorio

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CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE ANHANGUERA - UNIDERP
CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS








LABORATÓRIO DE ATIVIDADE INTEGRADORA










GRAJAÚ-MA
2009



LABORATÓRIO DE ATIVIDADE INTEGRADORA



Laboratório elaborado para fins de avaliação
do Módulo: Administração Contábilreferente às Unidades Didáticas: Administração Empresarial e Contabilidade Geral aplicada à Contabilidade, do curso de Ciências Contábeis da UNIDERP Interativa,












GRAJAÚ-MA
2009



|[pic] |Universidade Anhanguera – UNIDERP. |
| |CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Centrode Educação a Distância da Universidade Anhanguera – UNIDERP. |
|UD: Administração Empresarial e Contabilidade Geral |MÓDULO:Administração Contábil |
|PROFESSORES: Aldo Barrigosse e Mônica Corrêa |
|LABORATÓRIO DE ATIVIDADE INTEGRADORA|

“Goianésia, localizada na região nordeste do Estado de Goiás, a 168 quilômetros da capital, Goiânia, surgiu em 1943 às margens do córrego Calção de Couro, quando Laurentino Martins Rodrigues, mineiro de Araguari, residente em Anápolis, comprou do Dr. Albatênio Caiado de Godói 648 alqueires da fazenda Calção de Couro ea denominou Fazenda Laranjeiras.
Durante muito tempo, a agricultura e a pecuária foram às principais atividades econômicas do município. Ao lado dos senhores fazendeiros, emergiram as senhoras costureiras. Mulheres que recortavam, nos hiatos do trabalho doméstico, retalhos de autonomia, sonhando em alto estilo com o mundo da moda, mas buscando, sobretudo, marcar espaço e consolidar acapacidade feminina de construir ponto a ponto a independência do pensamento e também a financeira. Assim, consolidam, aos poucos, a partir dos anos 1980, o novo perfil das mulheres daquele município.
Sob a forte influência do pólo confeccionista de Jaraguá – cidade-mãe – e o sonho de ter o próprio negócio, costureiras de Goianésia, muitas vezes, em parceria com empresários locais,contribuíram para a mudança significativa que ocorreu nos últimos 20 anos em Goiás – Estado que se consolida como pólo regional da indústria de confecções do País. Nesse contexto, vale ressaltar que 80% das confecções goianesienses são lideradas por mulheres, que deixam de ser as “senhoras costureiras” e assumem, nessa transformação, o status de confeccionistas empreendedoras – “senhoras empresárias”!A cidade vive hoje desenfreada aglomeração de micro e pequenas empresas no setor de confecção, grande parte em fase embrionária de desenvolvimento. A população em idade de trabalho – faixa que vai de 15 a 65 anos – passou de 55,23%, em 1980, para 61,7% em 1991, e 64,1% em 1996, gerando o crescimento de 3,9% na demanda do número de empregos.
A alta produtividade no campo fez floresceruma promissora indústria têxtil, impulsionada por uma locomotiva movida por mais de 3.300 confecções, 98% das quais de micro e pequeno portes. Confecções estas que colocam a indústria da moda produzida em Goiás em evidência nacional. Nada menos do que 82,3% de toda a produção tem como destino outros Estados brasileiros, como Mato Grosso, Pará, Tocantins, Maranhão, Acre, Distrito Federal, MinasGerais e Rondônia.

(TRECHO EXTRAÍDO DA PUBLICAÇÃO DO SEBRAE - HISTÓRIAS DE SUCESSO – EXPERIÊNCIAS EMPREENDEDORAS EDIÇÃO 2004 -- CONFECCIONANDO UM NOVO DESIGN PARA O ENXOVAL DO BEBÊ – SEBRAE/GO)


Com base neste contexto responda aos questionamentos abaixo:

1. Clarice e Sandra são primas e decidiram iniciar uma pequena loja para suprir materiais de confecção e acabamento para as fábricas...
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