Jusnaturalismo e convencionalismo em antígona

1317 palavras 6 páginas
| Pontifícia Universidade Católica de Minas GeraisUNIDADE SERRO |

Ellon Gabriel Nascimento Braga

Jusnaturalismo e Convencionalismo em Antígona

SERRO – MG
MARÇO/2013
Ellon Gabriel Nascimento Braga

Jusnaturalismo e Convencionalismo em Antígona

Trabalho apresentado por exigência da disciplina INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO ministrada pelo professor MATHEUS do Curso de DIREITO – 1º Período.

SERRO– MG
MARÇO/2013
1. INTRODUÇÃO

O trabalho consiste em apresentar a síntese da tragédia grega de Sófocles – “Antígona”. Tendo como foco principal a relação e as características entre a Lei “Natural” e a Lei “Positiva” com base em Platão.

2. SINOPSE

A tragédia escrita por Sófocles relata a história de Antígona que após ter seus irmãos Polinices e Etéocles mortos em um confronto um contra o outro, Etéocles defendendo Tebas e Polinices atacando a cidade, encontra-se em dilema quando seu tio Creonte agora rei, (pois o antigo rei Édipo só havia deixado dois filhos homens e ambos se encontravam mortos) em um de seus decretos, ordena que Etéocles seja enterrado com as honras que lhe seriam devidas assegurando assim de acordo com a cultura grega, um lugar condigno entre os mortos. Já a Polinices, foi decretado que ninguém poderia enterra-lo num túmulo e nem a ele prestar quaisquer homenagens, deixando seu corpo ao ar livre para ser comido por animais, servindo como exemplo que todos que se levantassem contra Tebas não seriam considerados dignos, contrariando valores gregos que diziam que a família deveria sepultar seus parentes. Antígona decidiu infringir a lei imposta pelo rei e dá sepulcro a seu irmão, conversa com sua irmã Ismênia antes do feito, tentando lhe convencer a lhe ajudar com o sepultamento, mas, como ela não aprova tal ato, Antígona age sozinha e sepulta o morto. Ao descobrirem que o corpo de Polinices havia desaparecido um dos guardas vai até o rei lhe relatar o ocorrido. O rei, em fúria, chega a pensar que o próprio guarda havia

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