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Projeto
de
Banco de Dados
Carlos A. Heuser*

*

© Carlos A. Heuser, 1998 - A publicação comercial deste texto está planejada. Ele deve ser
considerado como comunicação pessoal do autor

5WO±TKQ
QS@AÈ8DP

W

DIUSP9Vd­P


1.1.1
1.1.2
!

1.2.1
1.2.2
1.2.3
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!

Compartilhamento de dados
Sistema de Gerência de Bancode Dados

2
4

H‚qry‚†ÃqrÃ7hp‚ÃqrÃ9hq‚†

$

Modelo conceitual
Modelo lógico
Modelo conceitual como modelo de organização

5
6
7

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@‡vqhqr

!

!!

Sryhpv‚h€r‡‚

2.2.1
2.2.2
2.2.3
2.2.4
2.2.5
2.2.6
2.2.7

Conceituação
Cardinalidade de relacionamentos
Cardinalidade máxima
Classificação derelacionamentos binários
Relacionamento ternário
Cardinalidade mínima
Exemplo de uso de entidades e relacionamentos

13
15
16
17
19
20
21

"

!"

6‡…viˆ‡‚

!!

2.3.1
2.3.2

Identificando entidades
Identificando relacionamentos

24
27

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#

"

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#"

"

Q…‚ƒ…vrqhqr†ÃqrÀ‚qry‚†Ã@S

##

3.1.1
3.1.2
3.1.3

Um modelo ER é um modelo formal
Abordagem ER têm poder de expressão limitado
Diferentes modelos podem ser equivalentes

44
44
46

"!

Dqr‡vsvphq‚Ãp‚†‡…ˆo}r†

#'

3.2.1
3.2.2
3.2.3

Atributo versus entidade relacionada
Atributo versus generalização/especialização
Atributos opcionais e multi-valorados

4849
50

""

Wr…vsvphom‚Ãq‚À‚qry‚

$"

3.3.1
3.3.2
3.3.3
3.3.4
3.3.5

Modelo deve ser correto
Modelo deve ser completo
Modelo deve ser livre de redundâncias
Modelo deve refletir o aspecto temporal
Entidade isolada e entidade sem atributos

53
53
54
55
59

"#

@†‡hiryrprq‚Ãhq…}r†

$(

3.4.1
3.4.2

Variantes de modelos ER
Uso de ferramentas de modelagem

59
62

"$

@†‡…h‡ptvh†ÃqrÀ‚qryhtr€%"

3.5.1
3.5.2

Partindo de descrições de dados existentes
Partindo do conhecimento de pessoas

64
64

@‘r…ptpv‚†

%%

Srsr…rpvh†Ã7viyv‚t…isvph†

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#

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#

8‚€ƒ‚†vom‚ÃqrȀÃ7hp‚ÃqrÃÃ9hq‚†ÃSryhpv‚hy

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4.1.1
4.1.2
4.1.3
4.1.4

Tabelas
Chaves
Domínios e valores vazios
Restrições de integridade

76
77
80
80

#!

@†ƒrpvsvphom‚ÃqrÃihp‚ÃqrÃqhq‚†Ã…ryhpv‚hy

'

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U…h†s‚…€hom‚Ã@SÃh…hÅryhpv‚hy

'&

5.2.1
5.2.2
5.2.3
5.2.4
5.2.5

Implementação inicial de entidades
Implementação de relacionamentos
Detalhes da implementação de relacionamentos
Implementação de generalização/especializaçãoRefinamento do modelo relacional

$"

@truh…vhÅr‰r…†hÃqrÀ‚qry‚†Ã…ryhpv‚hv†

5.3.1
5.3.2
5.3.3
5.3.4

Identificação da construção ER correspondente a cada tabela
Identificação de relacionamentos 1:n ou 1:1
Definição de atributos
Definição de identificadores de entidades

89
91
93
100
105
'

110
111
113
113

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#

Srsr…rpvh†Ã7viyv‚t…isvph†

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!!

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I‚…€hyv“hom‚

6.5.1
6.5.2
6.5.3
6.5.4
6.5.5
6.5.6

Passagem à primeira forma normal (1FN)
Dependência funcional
Passagem à segunda forma normal (2FN)
Passagem à terceira forma normal (3FN)
Passagem à quarta forma normalProblemas da normalização

!$

%%

D‡rt…hom‚ÃqrÀ‚qry‚†

6.6.1
6.6.2
6.6.3

Integração de tabelas com mesma chave
Integração de tabelas com chaves contidas
Volta à 2FN

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8‚†‡…ˆom‚Ãq‚À‚qry‚Ã@SÃrÃ@yv€vhom‚ÃqrÃSrqˆqkpvh†

##

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Wr…vsvphom‚Ãq‚À‚qry‚Ã@SÃÃGv€v‡ho}r†ÃqhÃI‚…€hyv“hom‚

##

125
129
130
133
136
139
#

141
143
144

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#$

Srsr…rpvh†Ã7viyv‚t…isvph†

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