Estresse do professor

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  • Publicado : 25 de março de 2011
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SINDROME DE BURNOUT: POSSILBILIDADE DE PREVENÇÃO NO CURRICULO DA FORMAÇÃO SUPERIOR

SITUAÇÃO PROBLEMA

Estudos recentes têm revelado que professores no desenvolvimento de sua docência estão apresentando sintomas de estresse devido às difíceis condições de trabalho. As causas desses estresses são bem conhecidas, como: baixa resistência à frustração, ameaças constantes,competitividade, falta de tempo para si mesmo, baixa estima, salários incompatíveis, ambientes de trabalho desfavoráveis, entre outros.
Professores que desenvolvem o estresse apresentam diversos sintomas que vão se apresentando e interferindo na sua rotina de trabalho conforme o tempo. De acordo com Oshima (2001), fisicamente os sintomas mais freqüentes são dores de cabeça, doresmusculares, insônia, taquicardia, alergias, queda de cabelo, falta de apetite, e os psicológicos são perda de memória, isolamento, introspecção, sentimento de perseguição, desmotivação, irritabilidade, ansiedade, tiques nervosos, entre outros.
Este fato, para nós, torna-se preocupante, haja vista, que cada vez mais o número de professores que procuram atendimento médico tem crescido nosúltimos anos, sem saber que os sintomas que apresentam são da síndrome de burnout. Isso acaba por afastá-los das salas de aula. A síndrome de burnout em alguns casos mais graves ocorre o absenteísmo.
Toda essa situação a nosso ver deveria ser mais analisada e discutida, seja pela área da saúde quanto pela área educacional, pois pensamos que a prevenção, pode minimizar ou até quem sabeerradicar este mal que acomete os professores.
Assim, buscamos desenvolver um estudo que venha nos dar respostas para o seguinte questionamento:

• Existem no currículo de formação de professor conteúdos que o preparem para lidar com o estresse contribuindo assim como uma forma de prevenção?

JUSTIFICATIVA

Sabemos que a sociedade moderna está influenciandodireta e indiretamente no pensar e no agir dos indivíduos e em todo e qualquer segmento da sociedade. Estas transformações têm interferido também sobre o trabalho do professor, no que se diz respeito a sua saúde, pois os mais novos são os mais propícios a se estressarem com facilidades, devido à falta de experiências, ou seja, quando vão lidando com os problemas em sala de aula causados por alunos,salas quentes sem ventilação, etc. Começam os fatores estressantes do professor, que são as reclamações e a falta de ânimo de vir para ministrar suas aulas.

E é por esse motivo que os alunos se desmotivam da sala de aula, e pode ser causado pelos próprios professores que perpassam aos alunos a sua desmotivação, isso quer dizer que esse professore já se encontra no inicio de umestresse, não sendo identificando devido a falta do conhecimento da doença que pouco é discutido nas universidades. O que queremos dizer é que se as Universidades, já tivessem conteúdos em seus currículos e que já viessem sendo discutidos na sua formação de professores, estes com certeza se auto-avaliava para combater este mal pela raiz.

Vendo por este lado nos remete a pensar que se asUniversidades tivessem realmente juntas para questionar o currículo do ensino superior, estas ações consideravelmente iam surtir efeitos tanto nas escolas, como nos professores e na saúde deles, e quem ganharia com isso seriam os alunos, e as escolas, com a maior participação de professore nelas. E as universidades por estarem se adaptando a mais uma realidade do mundo.

Sabemos queprofessores tem empregos tanto na rede municipal quanto na estadual. Isso traz para o professor uma sobrecarga de trabalho diária sem tempo pra si mesmo. Este se desdobra para ter uma vida “melhor”, trabalhando os três turnos correndo de um lado para o outro sem mesmo ter tempo para o almoço, chegando atrasado por motivo de conduções devido espaço geográfico da localização de escola em bairros...
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