Escola e Democracia- Demerval Saviani

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO - UEMA
CENTRO DE EDUCAÇÃO CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO E FILOSOFIA
CURSO PEDAGOGIA





CAMILA ESCARLETY COSTA
KARLA FERNANDA PIRES DOS SANTOS
LÍDIA THAISLENE DOS SANTOS SOUSA
NORA LÚCIA CORREA





ESCOLA E DEMOCRACIA















São Luís
2012
CAMILA ESCARLETY COSTA
KARLA FERNANDA PIRES DOS SANTOSLÍDIA THAISLENE DOS SANTOS SOUSA
NORA LÚCIA CORREA















ESCOLA E DEMOCRACIA

























São Luís
2012
INTRODUÇÃO



A obra Escola e Democracia de Demerval Saviani pretende esclarecer a situação da educação, senão uma melhor compreensão, de sua relação com os diferentes aspectos da sociedade, da historia e dos momentospolíticos. Neste livro o autor denuncia as formas de discriminação na educação, ao mesmo tempo em que sugere uma pedagogia capaz de superar as desigualdades.
Também é levantada a questão da democracia na educação brasileira, e sua relação com a sociedade ao longo da historia.
O autor analisa a intervenção das diferentes teorias pedagógicas na questão da marginalidade, retrata um de seus principaisobjetivos, que é o de sacudir a “maquina” político-educacional, balançando as Curvaturas das Varas em busca de equilíbrio ideal e compreender a Pedagogia-Histórico proposta.






























PROBLEMA

Devido ao fato de na década de 70, 50% dos alunos abandonavam as escolas primarias em condições de semi-analfabetos/ analfabetos, e também as crianças comidade escolar, que não possuem acesso a escola, que já se encontram marginalizadas dela, o autor propõe a realidade da marginalidade com ao fenômeno da educação brasileira.
Assim sobre a questão da marginalidade, Saviani classifica as teorias educacionais em dois grupos:
Teorias Não - Críticas: Pedagogia Tradicional, Pedagogia Nova e Pedagogia Tecnicista, este grupo pretende que a educação é capazde erradicar a marginalidade na nossa sociedade, sendo esta ultima considerada harmoniosa.
Teorias Crítico - Reprodutivistas: Teoria do Sistema de Ensino como Violência Simbólica, Teoria da Escola como Aparelho Ideológico do Estado (AIE) e Teoria da Escola Dualista. Neste grupo a educação aparece como fator agravante através da discriminação, é responsável pela marginalidade, onde esta é inerentea estrutura da sociedade da qual a educação é dependente.

Teorias Não-Críticas
Pedagogia Tradicional – A educação é vista como direito de todos e dever do Estado (mas de acordo com os interesses da classe dominante-burguesia), sendo a marginalidade associada à ignorância. A escola surge como um antídoto, difundindo a instrução, o conhecimento para combater a marginalidade.

Pedagogia Nova-A marginalidade nesta pedagogia, não é mais do ignorante e sim do rejeitado, do anormal, desajustado biológico e psiquicamente. A escola passa a ser então, a forma de ajuste dos indivíduos a sociedade.

Pedagogia Tecnicista- Define a marginalidade como ineficiência, improdutividade. A função da escola então passa a ser de formação indivíduos eficientes, para o aumento da produtividade social,associado diretamente ao rendimento e capacidades de produção capitalista.




Teorias Crítico – Reprodutivista
Dermeval Saviani discorre sobre as teorias crítico-reprodutivas, nas quais não pode ser possível compreender a educação senão a partir dos seus condicionantes sociais. Estas teorias consideram a Educação como um instrumento da classe dominante capaz de reproduzir o sistema‘’dominante-dominado’’, sendo responsável pela marginalização, uma vez que percebe a dependência da educação em relação à sociedade na qual ela se insere.
Estas teorias reproduzem o sistema de ensino como violência simbólica, a teoria da escola como aparelho ideológico do Estado ou da classe dominante e a teoria da escola dualista.

Teoria do sistema de Ensino como Violência Simbólica

Uma...
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