Entrevista de antropologia

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Universidade Federal do Ceará.
Curso: Pedagogia-Diurno.
Departamento de fundamentos da educação.
Professora: Cristina.
Disciplina: Antropologia.
Aluno: João Paulo Teixeira de Abreu

Pesquisa etnográfica







Fortaleza/CE
2011


João Paulo Teixeirade Abreu
Idade: 30 anos.
Local de nascimento: Apuiarés-Ceará
Grau de escolaridade:
Profissão dos pais: Agricultores.
Meus pais tiveram 9 filhos onde um chegou a falecer ainda criança, no entanto restando 8 no qual sou o mais novo dos homens. Tenho 3 irmãs (mulheres) e 4 irmãos (homens), comigo totalizando oito filhos.
Nome do meu pai: Manuel Adelino Gomes de Abreu
Nome da minha mãe: LuizaTeixeira de Abreu.
Estudei em três escolas no município de Apuiarés sendo uma na localidade chamada Lagoa das Pedras que chama-se de escola de ensino fundamental Raimundo Alexandre, e as outras duas na sede do município que são; escola de ensino fundamental Aécio de Borba e escola de ensino médio São Sebastião, ambas escolas publicas.
Religião: católicos.

Relatório do trabalho deantropologia
Introdução
Durante uma pesquisa feita para o trabalho de antropologia da Universidade Federal do Ceará. Procurei por muito tempo uma pessoa para entrevistar e concluir o meu trabalho. Foi então que procurei o Alfieri funcionário da coordenação do curso de Pedagogia. Ele então me levou até ao Marcelo funcionário da faculdade de educação (FACED), para que eu pudesse fazer econcluir o trabalho da entrevista. Mas para que eu pudesse concluir esse trabalho tive que conversar com amigos que são alunos do curso de pedagogia e conhecem muito a faculdade. O trabalho de pesquisa foi importante para que eu tivesse uma visão mais geral de como as pessoas vêem a faculdade de educação.
De início entrevistei a estudante do curso de pedagogia do sexto semestre de nome GermanaPereira Nojosa nascida no município de Apuiarés –CE. Para a estudante, de modo geral a faculdade de educação está muito bem, mas um dos problemas que precisam ser resolvidos ou pelo menos melhorados com urgência para ela seria fazer o aluno sair da teoria e voltar-se para a parte pratica, sendo que o aluno tem pouco conhecimento e contato com a pratica educativa. Os alunos pouco conhecem arealidade de uma sala aula. O sistema educacional existente não permite a total resolução do problema, mas deveria minimizar a situação. A resolução do problema seria preparar o aluno para superar esse desafio, e isso se daria com parcerias entre a Universidade e escolas publicas que, poderiam estabelecer e pegar nossos estudantes do curso de pedagogia para uma temporada de experiência enquanto concluíaseu curso e já servia como créditos ou atividades complementares.Quanto à estrutura física tem muito sendo feito mais problemas simples como entupimento dos vasos sanitários ainda continuam a acontecer. Outros como as lixeiras resolveram, mas existiam sim salas sem lixeiras na faculdade de educação.
O que percebi e relatos que colhi
O sistema da educação não somente nos paísesperiféricos, mas em todo o planeta giram em função da classe dominante. O que é feito de fato eles agirem mascarando o problema ou então jogarem o lixo pra debaixo do tapete. Mas acredito que temos como estudante começar a romper o sistema excludente que torna a nossa educação voltada para a elite. O deficiente físico ainda não tem acesso a muitos setores da universidade de forma digna. De certa formapode tê-lo sim, mas de uma maneira muito precária. Na faculdade foi colocado um elevador para melhorar a vida da pessoa com deficiência.
Agora como melhorar se muitas vezes eles não chegam à faculdade ou a própria universidade. Se um estudante de escola publica já é difícil chegar à universidade ele sendo normal imagina uma pessoa com deficiência. Digo isso não regredindo a...
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