Emilie durkheim

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PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ
ESCOLA DE CIÊNCIAS E HUMANIDADE
CURSO DE FILOSOFIA

RAFAEL RODRIGUES





ÉMILIE DURKHEIM




















CURITIBA
2013
RAFAEL RODRIGUES




ÉMILIE DURKHEIM






Trabalho apresentado ao curso de graduação em licenciatura em filosofia pela Pontifícia universidade católica doParaná.
Disciplina de FUNDAMENTOS DA EDUCAÇÃO
Professora: Vera Lucia Casteleins






























CURITIBA
2013
Introdução



Sociólogo, promotor incansável do conhecimento positivo da sociedade, teórico da consciência coletiva da anômia e do toteismo, juntamente com Karl Marx um dosfundadores da sociologia.
Bebeu em diversas fontes como: Augusto Comte, Rousseau, Nicolau Maquiavel, Thomas Hobbes, Immanuel Kant; continuando o trabalho de Comte tem como objetivo dar uma visão positiva a sociologia focando também em uma reputação científica que motivou este trabalho.























Filosofia e influências no processo educacional


Filho de judeus,David Émilie Durkheim (1858-1917), nasceu em Épinal (França), em 15 de abril de 1858. Foi para Paris estudar no Liceu Louis Le grand. Com 21 anos, tornou-se doutor em filosofia.
Durante os anos em que ensinou filosofia, crescia seu interesse para a sociologia. A França, apesar de ser considerada a pátria da sociologia, não oferecia um ensino regular dessa disciplina, sofrendo com a reaçãoantipositivista do fim do século e com a concepção de que a sociologia constituía uma forma cientifica de socialismo.
Para aproximar-se da sociologia, ainda não institucionalizada na França, Durkheim partiu para Alemanha onde fortaleceu seu discurso e base sociológica, concomitantemente a outro grande sociólogo alemão da época, George Simmel (1858-1918), autor de obras fundamentais dasociologia, contribuindo para a consolidação desse estudo no território prussiano. Posteriormente, Durkheim retorna à França, onde passa a ministrar aulas de pedagogia e ciência na Faculdade de Lettres, em Bordeaux, entre 1887 e 1902.
O contexto do século XIX, no qual Émilie Durkheim estava inserido, era uma época de diversas transformações sociais, acompanhadas e, de certa forma, motivadas,pelas revoluções tecnológicas, elevados índices de urbanização e acelerado desenvolvimento científico.
A Revolução Industrial, que antes havia se concentrado na pioneira Inglaterra, agora se espalhava por todo o mundo, difundindo o culto à propriedade privada, assim como uma reforma na maneira de encarar o mundo. A energia a gás e carvão possibilitava a redução da relação espaço-tempo, reduçãoque seria ainda mais drástica com a instauração da energia elétrica, acompanhada de invenções como a do carro e do telefone.
Havia certo otimismo causado por esse avanço cultural, mesmo que grande parte das novidades estivesse concentrada nas mãos da elite burguesa monopolista, representante de uma estrita minoria de indivíduos detentores de capital. As potências europeias, em sua conhecidapolítica imperialista de então, repartiam os territórios da África e da Ásia entre si, criando colônias, de onde pudessem extrair matéria prima, mão de obra e ampliar seu mercado consumidor, fazendo jus ao espírito capitalista. Contudo, toda e qualquer intervenção era justificada sob o pretexto de estarem levando a civilização e o desenvolvimento a povos tão primitivos, como eram vistos osafricanos e asiáticos, aos olhos egocêntricos da Europa.
O mundo sofria uma quantidade enorme de inovações com uma velocidade jamais antes vista. Novas potências surgiam na Europa, como a Alemanha (unificada após a Guerra Franco-prussiana, em 1870), que iria brigar por uma posição de maior destaque no quadro econômico mundial, e o processo de globalização (iniciado com as navegações, cerca de...
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