Economia

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  • Publicado : 23 de março de 2013
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1. INTRODUÇÃO




O trabalho irá identificar os riscos de se investir em um banco para que ele não quebre. Será informado e exemplificado como a economia de um país pode ser prejudicada quando ocorre uma quebra de um banco grande, o efeito cascata dentro de uma sociedade capitalista. O trabalho tem como objetivo informar se vale a pena investir em um banco para que ele não quebre.2. A CRISE FINANEIRA

A crise econômica de 2008, originada no centro nervoso do sistema capitalista mundial, atingiu todo o planeta e provocou a retratação da atividade econômica e dos empregos, na esteira da desorganização do crédito, sendo quero modelo neoliberal (nova roupagem do sistemaliberal), aplica a progressão da desregulamentação e auto-regulamentação da economia.

A ideologia do Estado fraco e do mercado livre promoveu a abertura global do comércio, o enfraquecimento das estruturas de proteção social, a remoção de “entraves” trabalhistas e o escancaramento das portas das finanças internacionais, dando margem a todo tipo de criatividade sem responsabilidade no tratodo dinheiro.

O modelo liberal estimulou o processo de financeirização da economia capitalista, que é a riqueza produzida na forma de “papéis” (títulos públicos, ações, títulos derivativos, etc.) descolada da riqueza produzida na economia real, produtiva.

No âmbito das finanças, nos créditos imobiliários norte-americanos destinados a quem não poderia pagar depois (os títulossubprime ou derivativos), que teria nascido o turbilhão da crise financeira. Com excesso de dinheiro em caixa, os bancos ofereceram crédito para compradores de imóveis com histórico de crédito ruim,daí em diante, com a valorização nos preços das moradias e ações, agências de classificação de risco davam boas notas para os títulos, bancos de investimentos venderam os papéis hipotecários, espalhando riscopor todo mercado internacional, investidores do mundo todo incluindo grandes bancos, compraram os títulos podres, as pessoas refinanciaram o imóvel para continuarem consumindo, os juros nos Estados Unidos começou a subir, assim elevando o valor de suas dívidas o que provocou a disparada na inadimplência, e a riqueza no papel de talvez 10 ou 15 trilhões de dólares, foi eliminada, destruindo umgigantesco volume de riqueza especulativa.

Com isso as decisões privadas de alocação de recursos (incluindo a concessão de crédito), de investimento, de produção e de consumo são contaminadas primeiramente pelo pânico ( o que gera a paralisia inicial dos negócios), e logo em seguida pelo ambiente da incerteza e de pessimismo. As oscilações bruscas das bolsas de valores, refletindo cada notíciadivulgada (balanços de empresas e bancos, decisões governamentais, etc.), representam o termômetro do frenesi que passa a tomar conta das economias nacionais. Mesmo instituições sólidas, que a princípio não foram imediatamente afetadas pela crise, temerosas, passas a agir defensivamente, agravando o quadro. Grandes bancos deixam de conceder crédito para outros bancos e para as famílias. Empresasdo setor produtivo que tiveram bons resultados em seus balanços retardam investimentos, na espera de maior nitidez nos horizontes. Os consumidores pensam duas vezes antes de adquirir financiamentos e comprar vens de valores mais elevados (como casas e veículos). Em resumo credores e devedores tomados pelo pessimismo, retraem os negócios em geral. Conseqüentemente, a tendência é a retração docrédito e a desaceleração do nível de atividade econômica.

O impacto da crise iniciada no sistema financeiro acentuou a pobreza e a desigualdade e ceifou o direito ao trabalho de dezenas de milhões de pessoas. Em seis meses, o Brasil perdeu mais de 700 mil empregos formais,a crise externa interrompeu o crescimento da economia e dos empregos. Tem-se como efeito da crise: a diminuição do...
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