Economia

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  • Publicado : 7 de setembro de 2011
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Introdução

Com a grande competitividade no mercado, as empresas tentam cada vez mais melhorar seus resultados para garantir seu crescimento, utilizando ferramentas gerenciais e econômicas, como diferenciais administrativos e competitivos que acabam sendo responsáveis por essa superação.

Neste trabalho demonstraremos como os índices econômicos estão se comportando, quais osseus efeitos aos consumidores, nas instituições e os reflexos na economia do país. Buscamos analisar as variáveis e o comportamento da demanda agregada em todos os aspectos, vendo seus pontos críticos e quais as medidas que o governo pretende adotar para minimizar o impacto ao consumidor e maximizar o PIB brasileiro.

PIB e demanda agregada

Segundo dados retirados do site G1 do dia09/02/2011, o governo manteve as informações que havia previsto para este ano, o PIB avançará 5% neste ano e revisou o valor do PIB nominal de R$ 3,92 trilhões para R$ 4,05 trilhões.

Com isso a meta do superávit primário do setor público deste ano de 2011, que é de R$ 117,9 bilhões vai corresponder a 2,9% do PIB. Já no PIB anterior correspondia 3% do seu valor.

No inicio de 2010 foianunciado o maior bloqueio no orçamento federal, quando 0,63% do PIB foram bloqueados. Nesse mesmo ano o governo cortou mais de R$ 10 bilhões em gastos no orçamento, porém, mesmo assim, liberou boa parte dos valores bloqueados, cerca de R$ 23 bilhões.

Segundo o economista Júlio Paschoal[1], investimentos realizados no segundo semestre de 2009, pelo setor privado, a partir de redução porparte do BNDES, das taxas de juros de 10,5% para 4%, ao ano, para a compra de bens de capital (máquinas e equipamentos); aumento dos gastos do governo; aumento do consumo das famílias e redução da taxa Selic, mesmo que em percentuais muito acima dos praticados no mercado internacional formam uma combinação de fatores que contribuíram para que se pudessem alcançar os resultados obtidos no ano de2010.

A princípio pode-se entender as razões que contribuíram para o resultado do PIB em 2010: a redução nas taxas de juros para a compra de bens de capital contribuíram para a retomada dos investimentos no país, pois as médias e grandes empresas só investem nos mercados, se houver recursos subsidiados, uma vez que buscam otimizar seus lucros; o aumento dos gastos do governo favoreceu oaquecimento da economia, uma vez que este agente ao despender recursos na economia provoca efeitos multiplicadores de emprego e renda, capazes de modificar o perfil produtivo em qualquer economia e de modo especial na brasileira; o aumento do consumo das famílias também funciona como vetor de estímulo para a economia, pois aquece a demanda levando as empresas a utilizar percentuais maiores decapacidade instalada, isso as leva a mobilizar um maior número de fatores de produção na atividade produtiva, leia-se: capital, trabalho, tecnologia, mão-de-obra e unidades de produção na atividade produtiva, o que por um lado faculta o crescimento da produção e dos níveis de renda no país; a redução da taxa Selic funcionou em alguns momentos como estímulo para o aquecimento da economia, já quefavoreceu investimentos internos e externos diretos, estes na forma de fusões e incorporações de empresas, as colocando com maiores chances de competir no mercado .

A taxa selic em baixa significa “Real” menos apreciado em relação ao dólar. Este cenário favorece as exportações em detrimento das importações compensando em parte os problemas advindos do custo Brasil, devido à falta deinvestimentos por parte do governo brasileiro em infra-estrutura.

Como resultado teve-se: maior arrecadação de impostos federais, estaduais e municipais; maior produção, maior número de empregos com carteira assinada; inclusão das classes “C” e “D” na atividade produtiva e de consumo; enfim os indicadores socioeconômicos se apresentaram de maneira positiva.

Concluindo, pode-se dizer...
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