Economia

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  • Publicado : 23 de agosto de 2011
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POR QUE ESTUDAR ECONOMIA?

Na atualidade, surgem muitas perguntas sobre porque e para que estudar Economia. Na verdade, fica embaraçosa a preocupação com esta ciência se os resultados esperados, sempre surgem mais confusos do que à situação anterior, onde se constituía o problema econômico e social. Teoricamente, estuda-se Economia, devido a escassez de alguns fatores de produção, ou aabundância de alguns outros, ou até mesmo de ambos. Este estudo é por causa das desigualdades de renda existentes na face da terra, pois, observa-se que poucos possuem em abundância determinada riqueza, enquanto a maioria passa fome, vive em estado de miséria, e até mesmo, apenas sobrevive em uma geração. Estuda-se economia, tendo em vista que os estágios de desenvolvimento de todos os países do mundoserem distintos, uns dos outros e, com alto poder de concentração em uns poucos, enquanto que a maioria permanece num estágio de pobreza absoluta, sem alguma condição de reversão do quadro em que se encontra alguma Nação, ou Região.
Quanto a estas questões que foram colocadas, surgem duas correntes que tentam proporcionar uma, ou diversas respostas a estes problemas, como é o caso dos cientistas quetrabalham e estudam os sistemas econômicos dentro do prisma clássico, neoclássico, keynesiano, e aquela corrente que vai mais fundo na investigação, e procura na raiz dos fatos mostrar o por quê dos desajustes da economia como um todo, que é marxista. Todavia, ambos têm dado respostas convincentes para as questões econômicas; contudo, um ponto é fundamental nessa análise, e pouco se tem dadoatenção que é a dinâmica econômica, tendo em conta que este fato, faz com que suas soluções não perpassem ao tempo de maneira ultrapassada. Mas, não se deve esquecer que MARX (1867) quando fez algumas alusões a este caráter dinâmico da Economia, ele queria mostrar que a atividade econômica participava de um processo, seria mutável ao longo da história.
Já pelo lado dos clássicos, neoclássicos ekeynesianos, a dinâmica agora, é que começa a surgir como uma variável de suma importância na abordagem de análise dos problemas econômicos e sociais. Entretanto, essa filosofia econômica e social, que predominou no século XVIII, ainda sobrevive no século XX poucas mudanças em sua forma de pensar. Ela estuda a economia pelo campo da estática, isto significa dizer, procuram dar soluções aos problemasdaquele momento, nunca resolvê-los para ficar um longo tempo no sistema econômico. Este tipo de solução, para uma economia que se encontra em crise, cujos economistas clássicos professavam uma filosofia que os desajustes econômicos seriam auto-corrigíveis, constitui o que, na realidade, chama-se de paliativo não sustentável. Pois, os remédios imediatistas em uma economia, significam uma situaçãoinsustentável; e, quando ela começa a se arruinar, o desastre é incontrolável com resultados catastróficos para toda uma condenada população nacional.
Neste sentido, a economia se estruturou em dois blocos de pensamento econômico; de um lado, ficou o grupo que pensa de maneira burguesa, ou capitalista, aqueles que buscam o máximo lucro, máximo crescimento econômico individualizado, a concentração eacumulação privada onde a liberdade individual está sobre todas as coisas, isto é, a usurpação do homem pelo homem em busca de sua felicidade pessoal em detrimento do social, do conjunto de toda sociedade. Do outro lado, os socialistas lutam por uma sociedade sem classes sociais, onde o objetivo fundamental, não é o lucro excessivo, nem o crescimento desordenado, nem o homem individualizado, nem ainiciativa privada. Entretanto, o essencial neste pensamento econômico é o social, a sociedade como um todo, a busca pela equidade entre os povos, cuja produção gerada sirva para todos, e não seja objetivo do enriquecimento ilícito de uma pessoa em particular, ou de algum grupo industrial.
Estas correntes surgiram para dar apoio a uma economia desigual. Primeiro, devido à exploração excessiva...
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