Economia

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2.
2. Mercantilismo
2.1.
2.1. Contexto histórico
2.2. Origem e conceito
2.3. Principais idéias, teorias e políticas
2.4. Evolução por países
e principais autores
principais
2.5.
2.5. Fases e variantes do mercantilismo
2.6.
2.6. O debate sobre o mercantilismo:
influência e atualidade
influên
influência

1

2.4.
2.4. Evolução por países e principais autores
InglaterraInglaterra
● predominam homens de negócio, com cargos no
governo e posto no parlamento
Gerard
● Gerard Malynes (c. 1586-654) († 1641?)
- belga, filho de pais ingleses; negociante exterior na
Inglaterra; preso por dívidas
- principal porta-voz inglês da teoria metalista
- tornou-se posteriormente encarregado inglês do
comércio na Bélgica e conselheiro de governo sobre
comércio, questõesmonetárias e análise de moedas
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- publicou Lex mercatoria: or, the ancient law-merchant
(1622; 1686)
- faz a exaltação do comércio como fonte da riqueza e
florescimento das nações, defesa dos mercadores como
meio e instrumento para a riqueza, descoberta de
países, uma função digna
- defesa da regulamentação da produção de exportação,
visando a qualidade e conquista de mercados
- mais dinheiroem circulação eleva preços e com isso
estimula o comércio; mas vê um efeito simétrico: menos
dinheiro reduz preços, mas não reduz o comércio

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● Thomas Mun (1571-641)
Thomas
- filho de mercador britânico da área têxtil, torna-se
negociante, eleito diretor da Cia. Índias Orientais
(sudeste asiático [e não grupo de ilhas do Caribe])
- possivelmente o maior expoente do mercantilismoinglês
- defrontou-se com críticas à exportação de ouro pela
CIO, especialmente quando em 1613 foi posto à pique
um navio seu com grande quantidade de bullions
(barras de ouro e prata)
- publica A discourse of trade from England unto de East
Indies (1621)
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- seu tratado (de 1630, publicado póstumo, 1664)
England’s treasure by forraign trade, or, the balance o
four forraign trade isthe rule o four treasure torna-se o
“evangelho da política financeira e comercial”
- visão metalista (riqueza do reino = acúmulo de ouro),
sustenta como meio o saldo comercial positivo
- até então, prevalecia a idéia de obtenção de saldo em
bullions em cada transação
- aceita a exportação de metais, pois argumenta que
interessa o saldo líquido propiciado pelas exportações;
considera asrelações comerciais multilaterais para
relações
definir o saldo, e não relações bilaterais (não é preciso
ser superavitário com cada país com que se negocia)
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- considerou as importações como compras para
revenda com lucro, justificando a saída de ouro (ênfase
era na Inglaterra como entreposto comercial e não na
elaboração de matérias-primas)
- inclui no saldo da “balança comercial” os itens“invisíveis”: frete, perdas, seguros, guerras externas,
espionagem, presentes, juros, contrabando, etc.
- somente o comércio exterior poderia enriquecer a
nação; comércio interno implica: ganho = perda
- sugere que os preços internos são proporcionais à
quantidade de dinheiro; teme que preços muito altos
desencorajem os negócios e prejudiquem a balança
comercial; por outro lado, prevalecea idéia que preços
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baixos são piores ainda, porque decorrem de menos
dinheiro (metais), menos riqueza da nação
- impostos = “muralha de opressões”, porém
necessários (deve-se evitar empobrecer o povo)
● Charles Davenant (1656-714)
Charles
- filho de um poeta e dramaturgo inglês, passou boa
parte da vida ocupando postos no governo (impostos,
importação e exportação) e no parlamento- considerado um mercantilista “esclarecido”, foi na
verdade eclético (argumentos liberais e visão metalista)
- publica An essay on the East-India trade (1696);
Discourses on the publick revenues, and on the trade of
England (1698); e An essay ont the probable means of
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making the people gainers in the balance of trade
(1699)
- combina argumentos liberais sobre as vantagens do...
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