Economia

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ADMINISTRAÇÃO

ANA CAROLINA
ECONOMIA
COMPLEMENTAÇÃO DE ESTUDOS

BRASÍLIA- DF
2008

INTRODUÇÃO

Uma política macroeconômica visa o alcance dos seguintes objetivos: Alcance de uma taxa elevada do PNB e de emprego, a estabilidade dos preços e a expansão do comércio internacional. No alcance destes objetivos macroeconômicos, os governos recorrem a medidas políticas ou instrumentos dapolítica macroeconômica estão distribuídos pôr várias áreas: Política fiscal (despesa pública e impostos), política monetária (controle da oferta e das taxas de juro),política do comércio internacional(Taxa de câmbio, políticas comerciais). E é sobre isso que falaremos neste trabalho, analisando cada uma destas políticas identificando suas vantagens e desvantagens, alem de identificar em umareportagem uma destas políticas.

Política Cambial

Analisando o câmbio real é possível identificar que um câmbio relativamente desvalorizado, além de evitar crise no balanço econômico, fornece estímulos para aumentos de investimento e poupança, impactando o processo de acumulação de capital, o que poderia aumentar a produtividade de alguns setores da economia.
Um câmbio competitivoseria importante para o desenvolvimento econômico, pois estimularia a indústria de exportações de bens não tradicionais, podendo tornar o país referência no mercado.
Um câmbio real apreciado induziria uma substituição de trabalho por capital o que aumentaria o nível do desemprego já que, estimularia a substituição de um fator de produção caro (trabalho) por um barato (máquinas).Também é importante ressaltar a importância de saber manejar o câmbio na presença de liberdade de fluxos de capital, pois pode causar a perda da autonomia para definir a taxa de juros de curto prazo e controlar os agregados monetários.

Política Fiscal

Analisando o papel da política fiscal de acordo com o modelo de crescimento endógeno, podemos ver que a política fiscal pode terefeitos permanentes no crescimento econômico.
Segundo este modelo, a tributação sobre a renda pode ter efeito negativo permanente no crescimento econômico, isto porque reduz o consumo e, portanto reduz a poupança, o que implica uma menor acumulação de capital. Se a tributação for somente sobre o consumo, a acumulação do capital não seria afetada.
Com relação ao papel dos gastos dogoverno o efeito no crescimento econômico será nulo desde que este não afete a produtividade do setor privado. É necessária uma divisão dos gastos improdutivos (investimento em setores que rivalizem com o setor privado) com os gastos produtivos (produção local, entrando diretamente na função utilidade do consumidor). A taxa de crescimento econômico depende positivamente dos gastos produtivos enegativamente dos impostos distorcidos.
O efeito líquido da política fiscal sobre o crescimento é ambíguo, pois se de um lado um maior gasto público eleva o nível do produto, por outro lado, por ser acompanhado de elevação dos tributos, há redução da renda disponível e, por conseguinte, da poupança e da acumulação de capital na economia.

Política de rendas

Analisando o papelda política de rendas é possível identificar em suas vantagens o fato de focalizar a atenção na equidade dos serviços públicos disponíveis; de abrir espaço para noção de que programas de redistribuição e transferência direta de rendas podem desempenhar um papel importante, em curto prazo, de mitigar os problemas da pobreza e desigualdades extremas; de aumentar o salário mínimo; de aumentar osinvestimentos em infra-estrutura; de fortalecer o mercado interno; da expansão dos programas educacionais; de melhorar o acesso da população mais pobre às atividades econômicas produtivas; entre outras.
No entanto, uma política macroeconômica não caminha sozinha, e a maior parte das propostas da política de rendas é no sentido de aumentar os gastos públicos. Também é possível...
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