Drogas

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  • Publicado : 11 de abril de 2012
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Se a sociedade, por meio dos empresários e dos trabalhadores, não assumir a questão, poderá tornar-se uma questão a ser tratada no submundo, quase como umaquestão policial, e deixar de ser uma questão de cidadania.
Na chamada escravidão, a liberdade e a vontade são inexistentes. O que existe é a coerção, outro aspecto daescravidão, o trabalhador não se desliga definitivamente dos meios de produção porque a coerção se estende à sua vida pessoal, o que no contrato de trabalhodefinitivamente não deve existir por pior que seja a relação. O trabalhador tem vida própria e o poder do empregador não se estende até a sua vida pessoal, o trabalhadordeve continuar com a possibilidade de ter a sua vida pessoal, a liberdade pessoal, o que definitivamente não acontece nesses casos chamados de escravidão branca oucontemporânea.
A partir do momento em que o trabalhador encontra-se no recrutamento, aliciamento até o momento em que se encontra na propriedade e inicia as suasatividades, vai sendo envolvido naquela situação. Exatamente desde o momento do recrutamento, durante a viagem, a permanência por alguns dias nas pensões, vairenunciando gradativamente a essa liberdade, a essa vontade.
Uma das dificuldades é distinguir o subemprego e trabalho forçado. Pois o trabalho forçado permaneceoculto no seio de famílias e de comunidades, dificultando a identificação. O Brasil reconheceu perante a Organização das Nações Unidas (ONU) a existência de pelomenos 25 mil pessoas reduzidas anualmente à condição de escravos no país, segundo a diretora da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo.
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