Direitos humanos e pluralidade cultural

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA – UNIDERP
CENTRO DE EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
PEDAGOGIA

AMANDA ACIOLI – RA 432180
ELISÂNGELA PEREIRA - RA 425907
LYVIA KARLA - RA 425638
NICÁCIA MARIA - RA 422572
ROSILANE FREIRE – RA 424324

DIREITOS HUMANOS E PLURALIDADE CULTURAL

Prof. Ana Maria Bittar Crivari
Educação e Diversidade

MACEIÓ, AL
2013
SÍNTESE
Todos os povos possuem suas tradições, crendicese superstições, que, por sua vez, são passados de uma geração a outra, e ficam pertencendo a determinado povo, de tal modo, que desconhecemos os seus autores.
Para vivermos democraticamente em uma sociedade como o Brasil, formada por várias raças, cores, crenças, costumes e por imigrantes de diferentes países, precisamos respeitar os diferentes grupos sociais que constituem nossa sociedade.Hoje, o grande desafio é reconhecer a diversidade como parte inseparável da identidade nacional e dar a conhecer a riqueza representada por essa diversidade etnocultural que compõe o patrimônio sócio cultural brasileiro, investindo na sua superação de qualquer tipo de discriminação dos grupos que compõe a sociedade.
A escola, na figura do educador e dos demais membros do corpo escolar, precisaadequar-se em relação as mais variadas culturas. O trabalho com pluralidade cultural se dá a cada instante, exige que a escola alimente uma “cultura de paz”, baseada na tolerância, no respeito aos direitos humanos e na noção de cidadania compartilhada por todos os brasileiros.
Para um país com diversidades étnicas e culturais se faz necessário não só o conhecimento das leis como também praticá-las.Desta maneira haverá um contato mais íntimo entre ambos, fazendo com que o aluno perceba sua real importância dentro do âmbito escolar e social.
Para a criança inventa-se a infância quando decide-se, deixá-las, brincar, ir a escola, ser criança. Época ideal de nossas vidas em que ser criança, é não ter outro compromisso que vá além do gozo puro e simples de sua inocência.

VOZ DE UM MENINO DE RUAAs desigualdades sociais são consequências da omissão dos próprios brasileiros e da falta de uma política socioeconômica eficiente.

No irmão que me olha, vejo
o que de mim imagina
sinto que me discrimina.
Virando para o meu lado,
com olhar de desprezo,
diz ao amigo, surpreso:
“Vê, mais um pobre coitado”.
Não aceito essa expressão.
Sou também um ser humano
e, no perímetro urbano,vejo muitas experiências
que durante a minha vida,
jamais serão esquecidas,
mas são base para a existência
Me erguerei, com certeza.
Basta que haja, em meus passos,
alguém que, estendendo um braço,
dê força para minha firmeza.
Assim poderei expor
minha capacidade e valor,
pois sou da mesma natureza.

Justina Inês Miotto Roman.

NARRATIVAS INDIVIDUAIS
Amanda Acioli

Nicácia MariaEm uma turma de alunos da quinta série de uma escola privada de Maceió, um aluno de onze anos apresentava características homossexuais. Seus colegas, ao perceberem, apelidaram-no de “Uel”, não por chamar-se de Rafael, mas para provocar e insinuar. O aluno sabia os motivos do apelido e sentia-se incomodado.
Nas atividades em grupo e avaliações em dupla, ninguém queria convidá-lo, pois ele nuncatirava boas notas. Foi necessário que a mãe deste aluno se dirigir a escola e conversar com a diretoria. No dia seguinte, esta, entrou em nossa sala e conversou com a turma, não sobre homossexualidade, mas para respeitar o colega Rafael, pois era um aluno como qualquer outro ali presente e que ele não deveria mais apelidado.

Elisângela Pereira

Dentre as muitas aulas que lecionei, uma delas foiinesquecível para mim.
Tudo aconteceu quando recebemos uma aluna novata em nossa sala. Esta menina era de uma família muito preconceituosa. No primeiro dia de aula, ela me perguntou se teria que estudar em uma sala de aula junto com um “negro”. Pediu-me que a trocasse de lugar, pois estava passando mal por estar perto do “negro”. Falei então para ela que preconceito racial é crime, mesmo...
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