Desenvolvimento economico local

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  • Publicado : 12 de junho de 2012
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1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho tem como intuito a nota do 1º semestre do curso de graduação em Administração 2012.1, e vem abordar Desenvolvimento Econômico Local da cidade de Quixadà. Onde será colocado em palta a questão das ações empregadas nessa região para o seu desenvolvimento econômico, mostrando assim também desenvolvimento.
Será abordado tambéma vocação econômica dessa região, as oportunidades quais são as barreiras presentes na implementação desses planos de
ou potencialidades de negócios adivindas da implantação do plano de desenvolvimento. Será explicado a questão da reestruturação capitalista e acrise dos Estados nacionais que acconteceu na década de 1970, indentificando assim também as políticas brasileiras para odesenvolvimento local na qual a região a ser sitada é do nordeste que segundo pesquisas é uma das regiõe com o nível maior de pobreza. Terá em foco algumas opiniões divergentes entre a autora do artigo Desenvolvimento economico local e de outros autores mostrados no artigo.
Focando agora no estudo da Filosofia será tratado a seguir o assunto de onde está a verdade quando se temopiniões divergentes/diferentes e será explicado o porque que precisamos buscar as opiniões divergentes de derterminados pontos de vista. Apesar de esse ser um assunto bem difícil de se explicar ele é de suma importância, até porque as pessoas vivem com essa questão de diferentes opiniões no seu dia-a-dia.




2 DESENVOLVIMENTO
Santos afirma que o processo da reestruturação capitalista e acrise dos Estados nacionais, se deram na década de 1970.E essa reestruturação traz consigo caracteristícas sombrias que afetam trabalhadores em todo o mundo. É possível observar que esse processo teve uma repercussão, por um lado ele leva ao desemprego de milhões de pessoas que antes viviam com estabilidade, por outro, ele cria novos espaços de absorção de mais-valia a partir da exploraçãopredatória do trabalho precário. Isso acabou levando ao aumento da insegurança e da sensação de exclusão em lugares antes prósperos e piorou o quadro da frágil segurança dos trabalhadores por todo o mundo. Um lugar onde essa repercussão caracterizou-se por uma ampla escalada da informalidade e da exclusão social foi o Brasil, onde a queda de renda das famílias foi drástica e os direitos do trabalho formalquase completamente perdidos. A emergência da crise levou a profundas reestruturações que atingiram os Estados nacionais, isso se deu por causa do expressivo crescimento nos países centrais, e um crescimento não tão expressivo nos países subdesenvolvidos no qual se deu, com o declinio de Welfare State e ascensão do neoliberalismo, e os dos setores econômicos que se deu com o aumento do poder docapital privado que age livremente em escala global. Um dos lugares aque enfatizados é o Brasil que como foi falado antes sofreu alguns impactos, impactos esses que levaram a escala do desemprego e a geração de processos excludentes a partir da adoção de formas de relação entre capital e trabalho que levam a precarização da condição do segundo . Podemos aqui destacar algumas dessas precarizações,como a terceirização, o aumento do emprego informal, a flexibilização dos contratos de trabalhos e entre outros, esses nos quais foram sitados foram disseminadas, piorando assim o quadro de pobreza e exclusão, principalmente nas regiões metlopolitanas do país.
Falando agora sobre as politicas brasileiras implementadas em algumas regiões para o seu desenvolvimento local,temos aqui as da regiões nordestinas. É possível observar que essas regiões apresentam um nível maior de bolsões de pobreza o que se contrapa sua riqueza natural e cultural. O governo querendo assim diminuir os problemas econômicos e sociais da região, implementou a Adene (Agência de desenvolvimento do nordeste). Em abordagem dessas e de outras questões o Brasil criou os chamados APLs que são...
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