Cultura e sociedade

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 28 (7000 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 2 de outubro de 2011
Ler documento completo
Amostra do texto
[pic]

SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
ADMINSTRAÇÃO

CAROLINA MENDANHA LEÃO
JULIANA MENDANHA LEÃO
MAGALI TEIXEIRA DIAS
MARIA DE FÁTIMA ASSIS DIAS
MARCILENE ARAÚJO PEREIRA

cultura e sociedade

Itabirito
2011
carolina mendanha leão
JULIANA MENDANHA LEÃO
MAGALI TEIXEIRA DIAS
MARIA DE FÁTIMA ASSIS DIAS
MARCILENE ARAÚJO PEREIRA

cultura e sociedadeTrabalho apresentado ao Curso de Administração da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplinas: Gestão de Pessoas II, Metodologia de Pesquisa Cientifica, Comunicação e Linguagem, Filosofia e Sociologia.

Orientador: Prof. Elisete Zampronio, Luciana Trigueiro, Marcelo Silveira, Márcia Bastos e Wilson Sanches.

Itabirito

2011Introdução

1- Saúde do trabalhador e suas Transformações no século XX e XXI
Desde a Antigüidade greco-romana, o trabalho já era visto como um fator gerador e modificador das condições de viver, adoecer e morrer dos homens. Georg Bauer (Georgius Agricola) de 1556, faz referência a doenças pulmonares em mineiros.
E em 1700, Bernardino Ramazzini, descreve doenças queocorriam em mais de cinqüenta profissões. Em função da importância de seu trabalho, recebeu da posteridade o título de pai da Medicina do Trabalho.
Com a revolução industrial surge uma nova situação: o trabalho em ambientes fechados, às vezes confinados, a que se chamou de fábricas. O êxodo rural, as questões urbanas de saneamento e de miséria se juntaram a outro grande problema: a péssimacondição de trabalho alterando o perfil de adoecimento dos trabalhadores que passaram a sofrer acidente e desenvolver doenças nas áreas fabris.
No Brasil, até os anos 60, a única medida tomada perante os profissionais era em relação a acidentes do trabalho. Em 1968, o mundo vivia verdadeira revolução de valores, tendo como pano de fundo o dualismo ideológico e político: capitalismo x socialismo.A preocupação com doenças ocupacionais começou a ser tratada com mais seriedade em meados dos anos 70, onde a classe de médicos do trabalho começou a surgir em grande número por conta de uma demanda maior. O crescimento da indústria no país fez com que enfermidades relacionadas a agentes físicos como ruídos, radiações e poeiras, ou decorrentes de agentes químicos como solventes e benzeno,fossem cada vez mais freqüentes. Nesta época, as doenças mais comuns eram decorrentes destes fatores e a grande maioria de indenizações provinha desta natureza.
Quando a informática começou a se instalar nas empresas brasileiras, já no início dos anos 80, começaram a surgir outros tipos de doença como a Tenossinovite, ligada a riscos ergonômicos e de postura. Nas décadas de 1980 e 1990,concomitantemente aos já conhecidos agravos ocupacionais, com mortes e mutilações, intoxicações por vários produtos químicos, perdas auditivas, pneumopatias e dermatoses, os trabalhadores com afecções musculoesqueléticas, as LER/DORT, passaram a invadir os consultórios. Acometiam trabalhadores cujas atividades laborais não exigiam altos gastos energéticos e sua etiologia não podia ser enquadrada nosfatores de risco tradicionais: físicos, químicos e biológicos. Nesse com texto, ganhou força a discussão de que o trabalho e suas repercussões sobre a saúde dos trabalhadores deveriam ser analisados não somente no tocante às condições tradicionalmente abordadas, mas também aos seus aspectos organizacionais, ergonômicos e psicossociais.
Já nos anos 2000, as doenças de caráter psicosociaisficaram em evidência com a incidência de diversos transtornos mentais – o profissional foi cada vez mais exigido, incompatibilizando o exercício da função com a capacidade do cérebro e comportamento humano.
Mais recentemente, sobretudo nas décadas de 1990 e 2000, outro aspecto da saúde dos trabalhadores passou a ganhar espaço nos consultórios. São as repercussões psíquicas do trabalho,...
tracking img