Crack

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  • Publicado : 8 de outubro de 2012
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Introdução

Na atualidade vem-se discutindo muito a respeito do consumo abusivo e indiscriminado de substâncias ilícitas prejudiciais a vida humana no que se referem ao desenvolvimento global, suas interações sociais, bem como aspectos imprescindíveis ao gozo da vida em plenitude. Pode-se ressaltar que grande parte da população brasileira, vive a margem da sociedade, totalmente dependentes eentregues as mais diversas formas de agressão humana, de exclusão social, de violação de direitos, de pobreza extrema de todas as formas e interpretações. E o que agrava ainda mais esse cenário, é que os dependentes químicos vão ao longo do tempo perdendo sua consciência e bom senso, pois o uso de entorpecentes, principalmente o uso do crack, leva o indivíduo a viver cada dia pensando em como agirpara conseguir o próximo crack ou conhecida em nossa Cidade como “Pedra”. Percebemos o quanto tem se expandido pelo mundo, principalmente nos meios sociais mais fracos.
Há pessoas que pensam que as drogas é a chave que abre a porta da felicidade e da liberdade. Não sabendo eles que esta ação resulta em desgraças nos lares. Destruído e dividindo famílias, que às vezes desestruturadas edesorganizadas não se deram conta do mal que estão causando á si mesmos. O presente estudo refere-se a uma pesquisa acerca da dependência química na adolescência, seus impactos no âmbito familiar, e principalmente o papel da família no processo de tratamento do adolescente. Para isso, buscamos no primeiro capítulo conhecer em um breve histórico de como o crack surgiu. Também realizei uma análise sobre adependência quimica, Como a População Compreende esse Problema, Como o Assistente Social pode contribuir, O Papel da Familia no Processo de Estruturação do Dependente.
Ao descobrirem que o filho adolescente está usando drogas, alguns pais tendem a se sentirem culpados, questionando-se onde erraram na educação do filho, o motivo de tal fato estar acontecendo com eles já que nunca deixaram faltar nadaem casa. Pois a conversa é uma boa amiga conselheira, pode deixar e muito que os filhos se envolvam com tais drogas.



Desenvolvimento

O crack surgiu nos Estados Unidos na década de 1980 em bairros pobres de Nova Iorque, Los Angeles e Miami. O baixo preço da droga e a possibilidade de fabricação caseira atraíram consumidores que não podiam comprar cocaína refinada, mais cara e, por isso,de difícil acesso. Aos jovens atraídos pelo custo da droga juntaram-se usuários de cocaína injetável, que viram no crack uma opção com efeitos igualmente intensos. A falta de emprego e outras situações foi fazendo com que muitas outras pessoas como crianças, jovens e adultos, indiferente de sexo, foram buscando e se atraindo com as drogas, principalmente com o crack. O uso desta droga leva aescravidão, uma vez que todas as ações são pensadas simplesmente em obter possibilidade de conseguir mais droga a todo instante.a optar e aderir ao uso.
Algumas pessoas acreditam e afirmar que o uso do crack se restringe somente as pessoas de baixa renda, que residem em lugares com mínimas condições de higiene e sobrevivência, utilizando do efeito gerando um alívio para esquecer a triste realidade quevivem. Outros acreditam que as famílias desestruturadas tem maior chance de seus membros serem dependentes por considerarem as relações familiares conturbadas. Há também aqueles que afirmam que indiferentemente de classe social, poder aquisitivo, cultura, local de moradia, estrutura familiar e outros aspectos das relações humanas, o crack pode estar presente, talvez simplesmente por um momento dedescontração e diversão.
A questão é que o consumo de crack é um vício triste. Não é uma droga barata ao contrário do que muitas pessoas pensam seu efeito é curto. Porém, os danos são muitos. Seu alto custo (uma pedra custa cerca de R$ 10, e consta que um viciado fuma até não ter mais nada, 5, 10 ou 15 pedras por dia) e necessidade doentia de consumo leva muitos viciados os “noiados”, ou...
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