Controlo interno

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Luanda –Março de 2009

Índice
Introdução:
Capitulo 1- Surgimento e desenvolvimento da Auditoria
1.1-A historia da Auditoria.
1.2-Conceitos de Auditoria.
1.3- Classificação de Auditoria.
1.4-Papel de Auditoria Interna.
1.5-Diferentes tipos de Auditoria1.6-Relação de Auditoria e Sistema de Controlo
Interno.
Capitulo 2- Definição e propósitos do sistema de Controlo Interno.
2.1 Definição do Sistema de Controlo Interno.
2.2 -Características do Sistema de ControloInterno.
2.3- Objectivos do Controlo Interno.
2.4-Requisitos que deve ter um Controlo
Interno.
2.5– Elementos Fundamentais do Sistema do
Controlo Interno:
-Ambiente de Controlo.-Avaliação de Riscos.
-Actividades de Controlo.
-Informação e Comunicação.
-Supervisão e Monitoro.
2.6- Integridade e Valores Éticos.
2.7- Limitações de um sistema de ControloInterno.
Capitulo 3- Controlo Interno nas Empresas Comerciais de Angola, surgimento
- Panorâmica das empresas comerciales em Huambo.
- Comportamento de Controlo Interno na Empresa
Comercial objecto de estudo em Huambo : pontos fortes e fracos
- Materiais e Métodos Utilizados (formas de obterinformação, ferramentas utilizadas, processamento da
informação, amostras e evidencias )

Resultado puede ser un diagnostico
Proposta de solução

Conclusões

Recomendações

Anexos ( cuadros, esquemas o explicar cuales son las diferentes tipos de empresas Huambo ( puede no tener anexo )

INTRODUCAO:
Como resultado dainternacionalização da economia, as mudanças que acotecem hoje no mundo são cada vez mais rápidas e profundas, caracterizando-se por uma grande competitividade dos mercados tradicionais e a conflito incessante por penetrar os novos espaços de uma economia dominada cada vez mais pelos grandes capitais.
Neste contexto, leva a cabo uma grande batalha pela sobrevivência e o desenvolvimento, as transformaçõeseconômicas que se operam em Angola, a reinserção da nossa economía no mercado mundial, assim como a revolução tecnológica inerente a este processo, exigem a existência de um sistema empresarial e pressuposto eficiente, funcional e altamente competitivo.
O Sector comercial, independentemente do seu nível de desenvolvimento, realiza suas actividades em condições de limitações generalizadas de recursos,por isso se faz vital seu uso mais racional, devendo preocupar-se além do amparo e conservação em entorno de se obter a eficiência, eficácia e qualidade dos serviços prestados.
É condição necessária para alcançar estes propósitos, o emprego de sistemas e mecanismos encaminhados ao planeamento, controlo e uso dos recursos com uma maior efetividade, sendo importante contar com adequados métodos quepermitam examinar e avaliar o cumprimento destes aspectos, portanto, é hora do trânsito definitivo da direcção empírica à direcção científica, ou seja, administrar sobre causas e não sobre os efeitos.
“O emprego de técnicas modernas de direcção empresarial adequadas as nossas características e apoiadas nas melhores e mais avançadas práticas contemporâneas, devem constituir prioridade do país...
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