Conceitos e teorias

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FACULDADE UNINOVE




ADRIANA SIROTENCO


















PRINCIPAIS CONCEITOS E TEORIAS DE KARL MARX, JOHN MAYNARD KEYNES E JOSEPH SCHUMPETER






















SÃO PAULO
2013
FACULDADE UNINOVE




ADRIANA SIROTENCO


















PRINCIPAIS CONCEITOS E TEORIAS DE KARL MARX, JOHN MAYNARD KEYNES E JOSEPH SCHUMPETERTrabalho apresentado à Faculdade Uninove, curso de Administração.
Profº. Célio








SÃO PAULO
2013
SUMÁRIO



1 INTRODUÇÃO 3

2 REFERENCIAL TEÓRICO 3

2.1 Karl Marx 3

2.2 John Maynard Keynes 6

2.3 Joseph Schumpeter 9REFERÊNCIAS 14

1 INTRODUÇÃO

Na história do pensamento econômico, o ano de 1883 foi marcado por uma coincidência. Nele ocorreram a morte de Karl Marx e os nascimentos de John Maynard Keynes e de Joseph Schumpeter, três economistas que contribuíram significativamente, cada um a sua maneira, para o avanço da teoria econômica. Schumpeter talvez seja o menos famoso entre esses autores, embora, sobretudonas últimas duas décadas, sua obra tenha sido objeto de estudo para se entenderem as profundas mudanças tecnológicas, econômicas e sociais por que tem passado o capitalismo.


2 REFERENCIAL TEÓRICO

2.1 Karl Marx

No século XIX, vários pensadores tinham grande preocupação em dar respostas aos vários problemas sociais que se desenvolviam no seio da sociedade capitalista. Os socialistasutópicos foram os primeiros a proporem e teorizarem meios que pudessem resolver a expressa diferença percebida entre os membros do proletariado e da classe burguesa.

Em 1848, os pensadores Karl Marx e Friedrich Engels apareceram com um elaborado arcabouço teórico que visava renovar o socialismo. Para tanto, realizaram um complexo exercício de reflexão sobre as relações humanas e as instituições queregulavam as sociedades. Como resultado, obtiveram uma série de princípios que fundamentaram o marxismo, também conhecido como socialismo científico.

Por meio do chamado materialismo histórico, compreenderam que as sociedades humanas viabilizam suas relações a partir da forma pela qual os bens de produção são distribuídos entre os seus integrantes. Dessa forma, as condições socioeconômicas(infraestrutura) acabavam determinando como a cultura, o regime político, a moral e os costumes (superestrutura) se configurariam.

Um exemplo dessa condição pode ser vista no processo revolucionário francês. Nesse evento histórico, o socialismo científico observa que o desenvolvimento da economia capitalista foi impondo a criação de um novo regime político, leis e costumes que se adequavam a essanova realidade. Nesse sentido, os arcaicos costumes feudais bem como seus demais representantes acabaram sendo combatidos.

Além disso, o pensamento marxista alega que o materialismo dialético seria uma das molas propulsoras fundamentais que alimentam as transformações históricas. Dessa forma, no momento em que um sistema econômico passa a expor os seus problemas e contradições, os homens passam arefletir e lutar por novas formas de ordenação que possam se adequar às novas demandas.

Por isso, ao avaliar os mais diferenciados contextos históricos, Marx e Engels chegaram à conclusão de que a história das sociedades humanas se dá por meio da luta de classes. Nessa perspectiva, o marxismo aponta que a oposição que se desenvolvia entre nobres e camponeses na Idade Média seria uma varianteda mesma relação de conflito que, no mundo contemporâneo, ocorre entre a burguesia e o proletariado.

Pensando estrategicamente as contradições do capitalismo, Marx e Engels defendiam que a superação definitiva de tal sistema seria alcançada por uma sociedade sem classes. Contudo, para que isso fosse possível, os trabalhadores deveriam conduzir um processo revolucionário incumbido da missão...
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