Bacias sedimentares

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Estratigrafia das bacias costeiras do sul e sudeste do Brasil
Antonio Liccardo

ESCOPO
• • • • • • • • • • • • As Bacias Sedimentares Brasileiras As bacias costeiras do Sul e Sudeste Importância econômica e disponibilidade de dados Descrição litoestratigrafica das Bacias Costeiras Contexto paleogeográfico A evolução cronolitoestratigráfica das bacias costeiras Bacias de Pelotas, Santos,Campos e Espírito Santo-Mucuri Estratigrafia, sistemas deposicionais, estruturação e sistemas petrolíferos associados Correlação e comparativo entre as quatro bacias Perspectivas Fator econômico - aumento do conhecimento geológico nestas bacias Conhecimento geológico como fator de desenvolvimento nacional

• Importância econômica das bacias sedimentares
• Distribuição das Bacias SedimentaresBrasileiras

TERRESTRES • Bacias Paleozóicas: dados da década de 70 e 80 • Bacias Rift: Reconcavo, Jatobá COSTEIRAS • Elevado potencial para petróleo • Identificação de grandes campos petrolíferos • Grande volume de dados e informações a partir da década de 80 • Amplo conhecimento da estratigrafia, sistemas deposicionais, estruturação e sistemas petrolíferos associados

Panorama

Plataforma deexploração de petróleo e gás da Petrobrás

Início da exploração de petróleo em meados da década de 70, depois da primeira crise mundial

Petrobrás desenvolve tecnologia de exploração em águas profundas, gerando evolução no conhecimento geológico das bacias costeiras

Pré-sal
Campos de Tupi e Júpiter na Bacia de Santos Início da produção de petróleo e gás em 2009 Maior reserva do país –50 – 60% das reservas

Atividades de extração de petróleo e gás na Bacia de Campos

Margens transformantes e distensivas - latitudes

Falhamentos conforme regime compressional ou distensional

Primeiros falhamentos e estiramento crustal

Fase rift I - Início rifteamento e magmatismo

Fase rift II – início formação oceano

Início da deriva continental - drift

Margem passivaSeparação do Gondwana

Modelo estratigráfico geral para as bacias costeiras do Brasil
Megasseqüências relacionadas à evolução do Oceano Atlântico

– – – – –

1 – continental 2 – evaporítica-transicional 3 – plataforma carbonática rasa 4 – transgressiva marinha 5 – regressiva marinha

1 – continental
• Seqüência sin-rift I
• Jurássico tardio - Depósitos eólicos e leques aluviais – poucofalhamento



Seqüência sin-rift II

• • •

Cretáceo inferior - Depósitos eólicos e leques aluviais – geração de meiográbens com rápida subsidência Magmatismo ativo – basalto, vulcanoclastos e rochas sedimentares Vulcanismo sub-aquoso Rochas lacustres com clásticos vulcânicos – lagos salinos e alcalinos



Seqüência sin-rift III
• • • • Barremiano – camadas de coquinas de grandeextensão Calcarenitos e calciruditos Ambiente tipo playa lake com clima árido – leques aluviais Folhelhos com matéria orgânica

2 – transicional evaporítica
• • • • • • Aptiano – sedimentos típicos transicionais continentais-marinhos Deposição sobre discordância pós-rift Conglomerados e arenitos pobremente selecionados Formação de mar evaporítico ao norte da Bacia de Pelotas Espessura original– 2.000m de sal no depocentro Silvinita e halita

3 – carbonática de plataforma rasa
• • • • • Albiano – deposição de carbonatos Abertura gradual da estreita passagem marinha Calcários de água rasa – oncolitos, pelotas, oolitos e bioclastos Intercalação com sistemas “fan-delta” Rampa carbonática típica deformada pela halocinese

4 – marinha transgressiva

• • • • •

Final do Albiano –calcilutitos, margas e folhelhos Ambiente torna-se gradativamente mais profundo Foraminíferos plantônicos Cenomaniano-Turoniano – bacia com 200-300m – evento anóxico importante Sedimentação turbidítica profunda

5 – marinha regressiva
• Mudança de regime transgressivo-regressivo de idade variada • Sistemas deposicionais sincrônicos • fan-delta, flúvio-deltaico, plataforma terrígena e...
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