Atps direitos humanos.

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Universidade Anhanguera – Uniderp
Centro de Educação a Distância




Disciplina:Direitos Humanos.


Desafio de Aprendizagem
Acadêmicos do 4º Semestre de Serviço Social










Acadêmicas: Andréa da S. Marciliano Pinto RA234937
Eliane Karina P. Martins RA231527
Maria José Batista da Silva RA264063
Priscilla M. FranceschiniRA240978



Tutora Presencial: Elisângela Facirolli do Nascimento
Tutora a distancia: Helenrose Coelho




































Dedicamos este trabalho as nossas queridas educadoras. Tutora a distância Maria Edilene Xavier Rocha Garcia e a tutora presencial Elisângela F. Do Nascimento, que tanto nos ensinas commaior dedicação.

Introdução

Neste trabalho temos como finalidade de chamar a atenção para a gravidade da exploração da mão-de-obra infantil e a formação de uma sociedade leitora.
Procuramos fazer uma análise, ainda que sucinta da evolução dos direitos humanos e dos direitos da criança e do adolescente, bem como a importância de se investigar as razões da exploração da mão-de-obra infantil paraa implementação de políticas e alternativas no combate ao mesmo por parte do Estado e o que é necessário para que o Brasil adote políticas públicas capazes de conduzir os país a formação de uma sociedade leitora.






















Cumpre reconhecer que muitos são os questionamentos acerca dos direitos humanos, no que se refere a sua efetividade. É daviolação dos direitos humanos da criança e do adolescente que trata este artigo, pois a exploração do trabalho infantil fere a dignidade da pessoa humana, pressuposto dos direitos humanos. O reconhecimento da criança e do adolescente como seres humanos especiais, que passaram da condição de objeto de exploração para a condição de serem sujeitos de direitos é que mister se faz uma abordagem histórica sobreo surgimento dos direitos humanos para a afirmação dos direitos da infância. Trabalho infantil não é um fenômeno novo no Brasil. É quase tão velha como a própria história do país. Desde o início da colonização as crianças negras e indígenas eram incorporadas ao trabalho. Com o desenvolvimento socioeconômico do país a forma do trabalho infantil se modificou. Com aimigração crescente da Europa e Japão, pouco antes do final do século XIX, a revolução industrial chegou ao Brasil. As novas formas de divisão de trabalho facilitaram a próprio exercício do trabalho e possibilitaram a inclusão da mão-de-obra infantil a custos mais baixos, particularmente na indústria têxtil. No século XX, o forte processo de migração, e conseqüentemente a urbanização, ampliaram mais umavez os ramos de atividade para as crianças. Nas cidades as crianças e adolescentes ganham no setor informal, principalmente na oferta de serviços e nas atividades ilícitas (tráfico de drogas, prostituição, etc.). Os dados estatísticos indicam que os meninos trabalham em maior proporção que as meninas. O número de crianças e adolescentes trabalhadores se divide em quase 5 milhões de meninos e 2,7milhões de meninas. Ou seja, quase dois terço das crianças e adolescentes que trabalham são do sexo masculino. Existem duas explicações principais. Primeiro, maior dificuldade de incorporação da mão-de-obra feminina em setores não formais. Segundo, a maior utilização dela em atividades domésticas, muitas vezes não incorporadas às estatísticas oficiais. Nesta atividade trabalham quase vinte vezes maismeninas do que meninos. As meninas que trabalham como empregadas domésticas são prejudicadas em vários sentidos. Além do preconceito, elas sofrem com o grande esforço físico e com freqüentes abusos físicos e sexuais.
O Brasil foi o último País a abolir a escravidão, o que marcou negativamente a mentalidade sociocultural e econômica de nosso País. Assim, as...
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