Poemas falados ao ventos

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  • Publicado : 1 de setembro de 2012
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Poemas Falados ao Vento

Autor: Willian Reene Aguero Pereira

VIVA CADA DIA COMO SE FOSSE O O ULTIMO POR QUE TALVEZ ELE SEJA MESMO O SEU ULTIMO DIA

As magoas são só a sombra da verdadeira Tristeza

Às vezes as melhores decisões Que tomamos na vida são Aquelas que achamos Que são as piores

Nunca desista dos seus Sonhos Por que sem você Eles são apenas Ilusões

Incertezas de umalienado Tivera eu possibilidade de mudar de assunto Não! Nunca! Por que eu mudaria o meu ser? Ser este que foi tanto meu Não sei do que falo Por que eu saberia! Eu não sou nada Não sou ninguém Sou só um corpo Vagando a outrem Eis aqui não estou Porque aqui nunca pertenci Nunca vivi, nunca pensei. Obedeci ao máximo Mas, oh meu bem. O que serei? A alegria nunca senti Tristeza nunca vi O que eu perdientão? Nada! Então o que eu tenho que ver? Só o nada me rodeia Decidi que não existe nada além do nada E o tudo não é tudo sem o nada Sendo assim o todo pode ser tão vazio Quanto o maior vazio dos precipícios Então chego à conclusão de que Eu não estou aqui, mesmo estando. Por que! Por que será!

Que a realidade seja tão ilusória e confusa Estando num lugar onde nunca estive Vivendo emoções quenunca tive Vejo-me agora repleto de duvidas e incertezas Sabendo de nada Nada saberei sobre o nada Tudo nunca saberei sobre o tudo Quem sabe agora Eu me contentarei com o intermediário Estar e não estar ao mesmo tempo Seria melhor que não estar no lugar que estou Viver uma vida de morte Às vezes é melhor que morrer ainda vivo Então enfim estou no centro do nada O nada este que agora é tudo E o tudoque agora é nada Mesmo assim... Ai de mim! A esperança de encontrar Um único entre os dois Algo que me contente Mesmo que a alegria Seja a tristeza disfarçada Então estarei em fim saciado

Escola Estadual Profº Edeli Mantovani Autor: Willian Reene Aguero Pereira Serie: 2° “A” do ensino médio integrado Turno: Matutino Sala: 19 14/05/2012

Trabalhador domado Eu sou mais um trabalhador Entre amultidão O trabalho é minha alma Meu céu, meu coração. Sou, sou fruto da sociedade capitalista. Onde os meus valores são diminuídos Em nada menos que capital Esse sofrimento! Para que isso? No mundo onde me vejo Afastado do real Vivendo uma ilusão de fabricas Para que esperança? Em uma sociedade Onde a esperança é comprada por dinheiro Mil horas de trabalho 20 mil de oficio Não há descanso! Por queisso? Não sei o que é Folga Férias nunca vi Só sei que as tarefas Devem ser feitas Será que é mais fácil Trabalhar pelo dever Ou tornar o trabalho O dever de ser feito

Será que sou aquilo Que chamam de bom trabalhador Ou me fazem crer Que o bom trabalhador é aquilo Que quero ser Vendo que o real É maior que tudo isso que eu sofro O sofrer seria mais nítido Ou será que eu tentaria amenizar Omeu sofrimento Todo esse esforço valerá a pena? A pena de quem? Sofrimento esse não faz bem Á ninguém Eis que me encontro novamente Em minha jornada de trabalho Identidade? Nenhuma Futuro? Não sei ao certo O que me resta é trabalhar Ai em fim me deixarei Ser domado por esse monstro, Destruidor de feras, Domador de demônios Chamado capital Escola Estadual Profº Edeli Mantovani Autor: Willian ReeneAguero Pereira Serie: 2° “A” do ensino médio integrado Turno: Matutino Sala: 19 14/05/2012

Ruinas da humanidade A vida á muito me viu distante Não é mais minha acompanhante Nunca me vi tão só em meio a multidão Multidão esta que me nega Eu tento ser parte disto Deste corpo sem alma deste Ser sem identidade Não sendo nem eu mesmo Nem eu um outro sou nada além do nada A ruína do que já fui Eis queme vejo agora Num mar de solidão Povoado por mil almas Almas que vagam Sem rumo, destino incerto. Vidas arruinadas Pelo que? Eu me pergunto Pelo que todos sofremos Por vivemos nesta vida ilusória A ilusão de ser real É às vezes mais assustador Do que o real da ilusão Não me vejo acompanhado de nada Nem de ninguém, eu estou perto. A solidão é penetrante Parece que nem vejo o meu espirito Só...
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