Atos administrativos

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MÓDULO: Relações e condições de Trabalho
CURSO: Gestão de Segurança Pública
Atividades Propostas

1. Leia atentamente a reportagem a seguir:



Segurança pública padece sem condições de trabalho no Litoral Norte

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Posto da PM no Litoral Norte sem a mínima estrutura de trabalho
(Foto: Eduardo Almeida)
Eduardo Almeida – Repórter
MARAGOGI – A ação ousada de umaquadrilha que, após assaltar uma chácara, uma pousada e levar o caixa de uma agência do Bradesco, abriu fogo contra a delegacia e contra a sede da Polícia Militar em Passo de Camaragibe, reascendeu o debate sobre as condições de trabalho oferecidas pelo Estado aos agentes de Segurança Pública. A reportagem de O JORNAL percorreu delegacias do Litoral Norte e constatou que a situação não é animadora:faltam policiais, armamento e viaturas na região.
Para cobrir os municípios de Maragogi, Japaratinga, Porto de Pedras, São Miguel dos Milagres, Passo de Camaragibe, Porto Calvo, Matriz de Camaragibe e São Luís do Quitunde, a Polícia Militar de Alagoas conta, atualmente, com 240 homens, número insuficiente, segundo o comandante do 6º Batalhão da PM, tenente-coronel Osman Vilela. Ele explica que serianecessário mais que o dobro de policiais – cerca de 500 – para garantir um efetivo pleno de patrulhamento ostensivo.
“A sede do Batalhão apresenta o maior número de policiais por dia. São 24 ao todo, divididos em equipes do Pelotão de Operações Especiais, da Radiopatrulha, da guar-da, de trânsito e que monitoram a praia. Nas cidades de Porto Calvo, Matriz de Cama-ragibe e São Luís do Quitunde,cinco policiais ficam de plantão por dia. Nas demais, apenas três homens dão plantão. Em caso de alguma ocorrência, apenas dois podem sair, porque os grupamentos não podem ficar desassistidos”, explicou Vilela.
Falta de estrutura nas delegacias pode atrasar inquéritos
PASSO DE CAMARAGIBE – O Código Penal Brasileiro determina que os inquéritos policiais sejam concluídos no prazo de trinta dias,podendo ser prorrogado por mais trinta. Apenas em casos de maior complexidade, as datas podem sofrer alterações. No entanto, a falta de agentes de segurança pública e de viaturas pode atrasar o andamen-to de investigações no Litoral Norte do Estado.
Sem policiais e com a única viatura danificada, o delegado de Passo de Camaragibe, Fernando Arthur, diz que as investigações que devem apontar osresponsáveis pelo arrastão ocorrido no município, na madrugada da última quarta-feira, podem não ser concluídas dentro do prazo. De acordo com ele, os trabalhos já estão atrasados e a Polícia Civil ainda não tem pistas dos acusados.


Posto da PM em Maragogi está desativado há mais de um ano
MARAGOGI – A unidade da Polícia Militar, construída no povoado Barra Grande, em Maragogi, deveria atender àscomunidades mais afastadas do Centro. No entanto, o posto policial está desativado há mais de um ano. Aberto, o local serve de abrigo para moradores de rua, que enxergam lá, ao contrário da população, um local seguro, onde podem se refugiar da violência das ruas.
Os móveis empoeirados lembram que um dia a unidade da PM já foi ocupada, mas, segundo o comandante do 6º Batalhão, tenente-coronel OsmanVilela, a redução da tropa foi a responsável pelo fechamento do posto. Durante o carnaval deste ano, ele chegou a ser reativado com o reforço policial que chegou ao segundo maior pólo de turismo do Estado, mas fechou em seguida.
“Quando assumi o 6º BPM, em agosto de 2009, o posto da Barra Grande já estava fechado. Não temos como mantê-lo aberto porque contamos com apenas 24 policiais em Maragogi,distribuídos entre o Pelotão de Operações Especiais, a Radiopatrulha, a guarda, os policiais de trânsito e os que ficam na orla marítima. Tivemos que concentrar a equipe nas áreas mais importantes da cidade”, enfatizou Osman Vilela.
Delegado diz que nunca passou por situação tão humilhante
PASSO DE CAMARAGIBE – “Acordei com os tiros, tive que me esconder para não morrer baleado”. Passado o...
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