As teorias comparadas entre auguste comte, karl marx, max weber e durkheim

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

















as teorias comparadas entre Auguste Comte, Karl Marx, Max Weber e Durkheim
















Itumbiara
2010


















as teorias comparadas entre Auguste Comte, Karl Marx, Max Weber e Durkheim





Trabalho apresentado ao Curso de Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte doParaná, para a disciplina Sociologia.




Orientador: Sérgio de Góes Barboza.



















Itumbiara

2010



INTRODUÇÃO


A corrupção na Administração Pública do Brasil, evidenciando que ela é em si um mal, e representa, talvez, uma das principais causas das desigualdades sociais e da miséria que afetam a maior parcela da população do Brasil. Semdeixar de reconhecer que a corrupção em um país está intimamente ligada a fatores como a cultura e a educação de seu povo, sendo inclusive, no Brasil, diagnosticável como um estado de paralisia social, mostram, contudo, que ela sempre recua sua incidência quando o controle preventivo e repressivo é ampliado. È um dos problemas nacionais permanentes, o qual está presente há várias gerações. Nãopodemos eliminar a corrupção, mas podemos entendê-la, a partir do momento em que nos dispomos a raciocinar com isenção. Por que há tanta corrupção no Brasil? A causa estaria em nós ou na História? O que temos de diferente dos países onde a corrupção não impera?
Não constitui novidade para nenhum brasileiro o fato de que quantias absurdas de dinheiro público são desperdiçadas e atédesviadas, diariamente, nos três níveis da Administração Pública da Federação, mediante práticas corruptas como a simulação de dados ou documentos para "legalizar" despesas não realizadas ou realizadas a menor custo, clientelismo, relações pessoais, concussão, corrupção etc.




























DESENVOLVIMENTO




Todos concordam em que o País vive uma crise de moralidade e que, nãofosse por isso, já estaríamos inseridos no "primeiro mundo". Infelizmente, todos os brasileiros reconhecem esse fato, mas não se dão conta de que também contribuem, individualmente, para isso, na medida em que o cometem pequenas ilegalidades e acham isso natural.
De fato, a cultura da corrupção no Brasil parece que, se não foi nascida, pelo menos foi difundida pela classe dos "homenspúblicos". Políticos e administradores públicos desrespeitam a lei tranqüilamente, praticam sucessivos atos de improbidade, e a sociedade, historicamente, não os assistiu serem punidos nem administrativamente, nem judicialmente.
Os custos da corrupção como tomada como um sistema são enormes. Um dos exemplos mais visíveis são as comissões que se pagam para a obtenção de algum movimentopor parte daqueles que decidem sobre um negócio.
Um dos maiores problemas que vejo é que várias pessoas desejam ou defendem uma reforma política com a finalidade de reduzir a corrupção. Parece-me que se há um problema é melhor atacar a fonte principal do problema. A fonte primária da corrupção não é nosso sistema político mas sim nosso sistema jurídico. Há duas características quereduzem a praticamente zero a possibilidade de um corrupto ser punido. Primeiro, há uma quantidade imensa de recursos e, adicionalmente, o escopo do recurso é total (isto é, qualquer ato processual pode ser objeto de recurso). Segundo, a enorme complexidade processual faz com que seja quase impossível existir um processo sem que haja algum erro processual de sorte que as pendências acabam inválidasantes que elas sejam julgadas no mérito.
O fenômeno de compra de votos é assunto relevante na política contemporânea. E mesmo sendo proibido a compra de votos, não tem sido possível coibi-la de forma eficiente.
E a compra de votos foi tida como uma das maiores distorções da democracia brasileira. Até a igreja católica chamou a atenção da sociedade para o problema de...
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