Artigo da infancia

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UNIVERSIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO E DA REGIÃO DO PANTANAL – UNIDERP INTERATIVA
CURSO DE PEDAGOGIA

DESAFIO DE APRENDIZAGEM
FUNDAMENTOS FILOSOFICOS DA EDUCAÇÃO

POLO DE ALVINLÂNDIA/SP (24102)

SÉRIE /TURMA: 01/N10

ALVINLÂNDIA-SP
2010
Os diversos rostos da infância e suas respectivas formas de educação.

RESUMO

Este artigo busca entender o processo deeducação da criança, e a participação ativa da mesma em sua própria inserção na vida social, escolar até a vida adulta. Muitas vezes espera-se que a criança tenha somente um rosto, aquele de criança burguesa, que em uma determinada época era o centro das atenções de suas famílias, viviam em grande conforto, rodeada de carinho e de bem estar. Tinham sua educação assistida por preceptores,partilhavam seus sentimentos com amigos, aprendiam boas maneiras ditadas pela civilidade etc. Com os tempos modernos- com a industrialização se expandindo e as mudanças na sociedade, foram aparecendo múltiplos rostos diferentes da infância, que saem do contexto de rosto único que a nova sociedade parece querer impor. No entanto, espelham-se em suas famílias acreditando ser a única opção viável e quandoingressam na vida escolar buscam apoio na mesma que muitas vezes lhes faltam.

Palavras-chave: infância, família e educação.

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OS DIVERSOS ROSTOS DA INFANCIA E SUAS RESPECTIVAS FORMAS DE EDUCAÇÃO
Artigo produzido para a Unidade Didática Fundamentos Filosóficos da Educação do Curso de Pedagogia da UNIDERP Interativa
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Léia de Carvalho Benega Oliveira/ Cacilda Russo/ Kézia Mirian P. Bertoldo/ Alcione Mendes dos Santos de Souza/ Marco Aurélio de Souza
Acadêmicos do Curso de Pedagogia da UNIDERP Interativa no Município de Alvinlândia

1. INTRODUÇÃO

A criança é um agente que constrói suas relações com o outro e atribuem sentidos, não são como um sujeito incompleto, ou um adulto emminiatura que treina a vida adulta. Isso é um grande passo para que a criança possa sentir-se familiarizada com a sociedade e não mais como um excluído.
Nos dicionários da língua portuguesa, por exemplo, a infância é definida “[...] como o período de crescimento, no ser humano, que vai do nascimento à puberdade”. Já o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069, de 13/7/90) define “a criançacomo a pessoa até os 12 anos de idade incompletos”. Na sua origem etimológica, por exemplo, a palavra infância deriva do latim, e “significa a incapacidade de falar”. Essa incapacidade era atribuída em geral ao período chamado de primeira infância, podendo se estender até os 7 anos, que representaria a passagem para a idade da razão (de acordo com os referenciais católicos).
A família tendereconhecer também que a vida da criança na escola faz parte da socialização da criança no mundo em que vivemos. É claro que sem a colaboração da família fica difícil a criança adequar-se a vida social, ainda mais se psicologicamente ela estiver abalada.
Veremos então como garantir que a infância seja bem aproveitada para se criar um cidadão de respeito e responsabilidades, cumpridor de seusdeveres e acima de tudo um bom caráter seja social ou profissional.

2. CONCEPÇÃO DE INFÂNCIA

A concepção de infância atual é bem diferente de alguns séculos atrás. É importante salientar que a visão que se tem da criança é algo historicamente construído, por isso pode-se perceber os grandes contrastes em relação ao sentimento de infância no decorrer dos tempos. O que hoje podeparecer uma aberração, como a indiferença destinada à criança pequena, há séculos atrás era algo absolutamente normal. Por maior estranheza que se cause a humanidade nem sempre viu a criança como um ser em particular, e por muito tempo a tratou como um adulto em miniatura.
Na Idade Média não havia clareza em relação ao período que caracterizava a infância, muitos se baseavam pela questão física...
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