Arte no egito antigo

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE TECNOLOGIA
Arquitetura e Urbanismo

Elementos da História da Arte e Arquitetura
- Arte do Egito Antigo DOCENTE: Ivan Cavalcante Filho

DISCENTES: Francisco Diogo ̶ 11211373 Gustavo Gregório ̶ 11211381 Giuseppe Nóbrega ̶ 112113 Rodrigo Laurentino ̶ 11218635

João Pessoa ̶ PB, 16 de abril de 2012.

SUMÁRIO

Introdução à arte egípcia Introduçãoà religião egípcia Relação entre religião e arte As cores na arte egípcia A lei da frontalidade Os hieróglifos Estudo da arte egípcia Período pré-dinástico Período arcaico Império Antigo Primeiro período intermediário Médio Império Segundo período intermediário Império Novo Terceiro período intermediário Arte tardo-egípcia Patrimônio artístico do Egito Antigo Referências

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Introdução à arte Egípcia O Egito tem sido considerado como o ‘avô’ de todo os povos civilizados, ou seja, o berço da civilização conforme compreendemos hoje. Heródoto, o historiador-viajante, com seu espírito de homem moderno, de todos suas investidas arqueológicas, retornou do Egito sugestionado pela ideia de sua antiguidade e na crença de ver naqueles deuses a origemde todo processo constitutivo de nossa sociedade, pois entendia que a partir dali toda civilização compreendida em nosso tempo teve seu ponto de partida.

Pirâmide de Zoser, em Sakkarah. Mais tarde, na época imperial romana, visitavam-se o vale do Nilo por pura moda e com o mesmo interesse superficial que desperta hoje ao turista atraído pela aura histórica, exótica ou monumental de certasregiões famosas. Todos quisera conhecer aquele país afamado como sendo o berço da humanidade.

Esfinge de Gizeh, junto da pirâmide de Quéops. Estas viagens se faziam, naquele período, através do mar, subindo até as bocas do Nilo. Muitos destes viajantes do período romano deixaram seus nomes gravados no templo de File. Para a Europa da Idade Média, o Egito antigo reduzia-se apenas às pirâmides.Sabe-se também, que aquela região era ponto de travessia de diversos peregrinos com intenções diversas. Durante o Renascimento, o Egito permanece completamente desconhecido como a própria Grécia, só eram conhecidos os obeliscos e as esculturas que os romanos, porventura, haviam levado para Itália. Pode-se dizer com isso, que o Egito do tempo dos faraós foi descoberto pela expedição francesa dirigidapor Bonaparte, nos primeiros anos do século XIX. Assim como Alexandre, nestas expedições havia o acompanhamento de grandes homens da ciência (naturalistas, geógrafos, historiadores), cujas investigações devemos o primeiro passo para o conhecimento fundamentado das antiguidades egípcias. A partir de então, iniciaram uma vasta publicação contendo características e detalhamentos do Egito.

Odescobrimento da roseta em 1799, por um soldado das expedições napoleônicas, contendo inscrições trilíngue (em grego, em escrita demótica e em hieróglifos), permitiram a interpretação do conteúdo, contribuindo para o avanço do conhecimento sobre o Egito. Conforme foram identificando os significados ali contidos, decorreram diversas novas investidas como: leitura de papiros, tradução de obras sagradas,conhecimento do funcionamento do velho mundo dos deuses, da moral e dos costumes daquele povo. Tudo isso trouxe para o tempo recente uma nova forma de perceber nossa humanidade e refletir sobre as raízes de nossa cultura. A Pedra de Roseta, atualmente no Museu Britânico.

Interessante observar que a arte (e arquitetura) egípcia, parece ter nascido pronta, pois desconhecia qualquer indicativo daexistência de um povo antecessor à era préfaraônica. Os arqueólogos, com suas limitações instrumentais, chegaram a se convencerem de que nenhuma obra anterior às pirâmides havia existido, negando a possibilidade de havido a ‘idade da pedra’ no vale do Nilo. Desde 1869, quando apresentaram em congresso de arqueologia algumas descobertas, em termos de objetos, evidenciava ainda mais o problema da...
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