Revolu o Copernicana 2 HP SEARCHER

Páginas: 19 (4507 palavras) Publicado: 27 de abril de 2015
Índice
Introdução 2
O significado da Revolução Copernicana nos quadros da Filosofia Transcendental de Immanuel Kant 3
A priori, a posteriori, juízo analítico e juízo sintético 4
Sujeito transcendental 5
Construtivismo 6
O construtivismo social 6
O Construtivismo no Ensino 7
Construtivismo 7
Construtivismo genético 7
Alcoolismo 8
Características 8
Terminologia 8
Desvio, problemas com o consumode álcool 9
Diagnóstico 9
Efeitos fisiológicos do alcoolismo 10
Tratamentos 10
Psicoterapia 11
Medicamentos 11
Prognóstico 12
Conclusão 13
Bibliografia 14









Introdução
Nesta presente obra vou abordar seguintes temas: significado da Revolução Copernicana, construtivismo e por fim o alcoolismo. Destacarei mais o alcoolismo sendo este um problema que afecta a juventude em particular asociedade em geral. Dos sintomas, causas e tratamento. Na revolução copernica falarei Sujeito transcendental, construtivismo na educação distingui-lo.






















O significado da Revolução Copernicana nos quadros da Filosofia Transcendental de Immanuel Kant
Como entender o sentido e o alcance da expressão 'Revolução Copernicana', utilizada pela historiografia filosófica para se referir aocâmbio paradigmático proposto por Kant. Em que medida a filosofia transcendental inaugurada pelo filósofo de Konigsberg se assemelha à teoria heliocêntrica redescoberta e aprofundada pelo ilustre prelado italiano.
Na prática, isto significa deixar de subordinar o conhecimento às condições do objecto, para inverter a perspectiva e submeter o objeto às condições do conhecimento.  Não mais tentar submetera apreensão cognoscitiva dos fenômenos unicamente aos elementos presentes nestes, como se a mente fosse uma mera tábua de impressão da experiência objetiva, mas compreender a maneira pela qual o conhecimento é condicionado por estruturas e funções que precedem o ato ou processo do experienciar.
Ora, as condições do conhecimento estão no sujeito. É ele quem efetivamente conhece ao entrar em contatoexperimental com o objeto ou fenômeno, e ao enquadrar esta apreensão empírica aos quadros de sua estrutura subjetiva, de seu aparelho gnoseológico, de sua malha cognitiva. 
Logo, o conhecimento se regerá pela estrutura deste, e não o contrário. Assim, importa à Epistemologia diagnosticar esta estrutura, desenhar-lhe a anatomia e explicar-lhe a fisiologia, para oferecer à ciência concreta umsuporte na sua investigação dos fenômenos. 
Em suma, é como se toda ciência fosse uma epistemologia aplicada, isto é, uma aplicação sectorial das categorias a certos campos da experiência, donde decorre que se há de conhecê-las antes.
Na Crítica da Razão Pura, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724-1804) tinha um problema a resolver, que dizia respeito à seguinte questão: como posso obter umconhecimento seguro e verdadeiro sobre as coisas do mundo? A resposta de Kant iria mudar o rumo da Filosofia Ocidental.

Duas escolas filosóficas, tradicionalmente, respondiam de formas diversas ao problema do conhecimento. Para os filósofos racionalistas (Platão, Descartes, Leibniz e Espinosa), todo conhecimento provém da razão, enquanto, para os empiristas (Aristóteles, Hobbes, Locke, Berkeley e Hume), aocontrário, somente os dados da experiência sensível forneceriam as bases para o conhecimento humano.
Tanto em um como em outro caso, surgem obstáculos. A razão especulativa, na medida em que deixa de validar suas investigações em testes práticos, torna-se dogmática. Já o empirismo encontra oposição no cepticismo, que argumenta que a Natureza é o reino do contingente e, por esta razão, não podeser fonte de conhecimento universal.


A priori, a posteriori, juízo analítico e juízo sintético
Kant também vai se voltar para o sujeito em sua réplica ao cepticismo humano, mas revestido de um carácter lógico e transcendental (e não psicológico, como em Hume). Antes de analisar a resposta de Kant, vamos ver como ele a formula a questão nos conceitos de a priori, a posteriori, analítico e...
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